Bizarro gesto de Juncker gera polémica na Comissão Europeia

Despentear pessoas é um hábito peculiar do excêntrico presidente da Comissão Europeia. Desta vez, o ato mereceu críticas e o gesto de Juncker foi apelidado de “completamente bizarro”.

Já não é a primeira vez que o presidente da Comissão Europeia é apanhado a despentear pessoas, em jeito de cumprimento. Lembra-se de quando o fez ao antigo primeiro-ministro da Bélgica, Guy Verhofstadt? Recentemente, fê-lo a uma funcionária desta instituição europeia, mas o momento não caiu bem.

Segundo o “The Telegraph”, Jean-Claude Juncker foi acusado de “se comportar como um rei medieval”. O episódio caricato aconteceu na cimeira de líderes da União Europeia, no final da semana passada.

O jornal britânico refere que a deputada Anne Caroline Jenkin, que faz campanha por mais mulheres para entrar na política, disse estar “surpresa” com o facto de o responsável de Bruxelas ter considerado suas ações apropriadas. Emma Little-Pengelly caracterizou a atitude de “completamente bizarra”.

Recomendadas

Luís Gomes: “O país precisa de uma nova arquitetura da Função Pública”. Veja o “Discurso Direto”

Discurso Direto é um podcast do Novo Semanário e do Jornal Económico onde todas as semanas são entrevistados os protagonistas da política, da economia, da cultura e do desporto.

“Café com o CEO”. Assista à conversa com o Dr. Luís Teles, em direto a partir de Luanda

“Café com o CEO” é uma iniciativa promovida pela empresa angolana E.J.M, fundada por Edivaldo Machado em 2012, que procura dar a conhecer os líderes que estão a dar cartas em Angola e outros países da Lusofonia. Assista à sessão em direto de Luanda, capital angolana.

Rogério Carapuça: “Há que estar entre os primeiros, não ser o primeiro dos últimos”

O presidente da APDC considera que o desenvolvimento do sector das TIC se dá a um ritmo saudável apesar dos obstáculos concretos que ainda impedem o país de estar entre os melhores classificados. A capacitação e qualificação das pessoas e das empresas são desafios no topo da agenda, mas a simplificação é palavra de ordem para abandonar o paradigma da burocracia que assombra os serviços públicos, alerta Rogério Carapuça.
Comentários