Bolívia proíbe companhia aérea Lamia de voar

A decisão também afeta as autoridades do setor aeronáutico enquanto se investigam as causas do acidente aéreo.

Fotografia: Twitter 360 Radio Colombia
O Governo da Bolívia decidiu retirar a autorização de operações da companhia aérea Lamia e suspendeu as autoridades do setor aeronáutico enquanto se investigam as causas que levaram à queda da aeronave que vitimou mais de 70 pessoas.

A decisão afeta as principais autoridades da Direção-Geral de Aeronáutica Civil (DGAC) e da Administração de Aeroportos e Serviços Auxiliares à Navegação Aérea (AASANA), anunciou numa conferência de imprensa o ministro das Obras Públicas e Serviços.

Três dias depois do acidente na Colômbia, no qual morreu quase toda a equipa do clube brasileiro de futebol Chapecoense, que fazia a viagem para participar na sua primeira final continental, o trabalho de identificação dos corpos foi concluído com a repatriação da maioria dos corpos para o Brasil.

O inquérito sobre o acidente aponta para falta de combustível na origem da queda do aparelho.

De acordo com um representante da Lamia, Gustavo Vargas, o aparelho não respeitou o plano de voo que previa um reabastecimento de combustível em Cobija, cidade boliviana na fronteira com o Brasil, ou em Bogotá, capital colombiana.

“É uma hipótese que se reforça, mas que deve ser analisada pelos investigadores, como as informações da ‘caixa negra’ e dos registos da torre de controlo”, declarou aos jornalistas Alfredo Bocanegra, diretor da Aviação Civil colombiana.

Bocanegra acrescentou que os resultados finais do inquérito só devem ser conhecidos no prazo de seis meses.

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