Bolsa abre no ‘verde’ com Jerónimo Martins a liderar ganhos

O petróleo está a negociar em alta, mas abaixo dos 100 dólares. O brent valoriza 0,48% para os 99,94 dólares e o crude sobe 0,72% para os 95,66 dólares.

A bolsa de Lisboa abriu no ‘verde’, com uma subida de 1,01%, para os 6,059.81 pontos.

A maior subida vai para a Jerónimo Martins, que valoriza 2,71%, para os 22,02 euros, depois de, na passada terça-feira, ter apresentado lucros de 262 milhões de euros, no primeiro semestre, mais 40,3% face ao período homólogo.

O Banco Comercial Português (BCP) sobe 2,33% para os 0,1451 euros, e a Greenvolt valoriza 1,79% para os 8,55 euros.

Em quebra está a Semapa, que desce 0,58% para os 13,74 euros e a Galp Energia que quebra 0,20% para os 10,01 euros.

As principais bolsas europeus abriram no ‘verde’, com o DAX (Alemanha) a subir 0,20%, o FTSE 100 (Reino Unido) a valorizar 0,31%, e o IBEX 35 (Espanha) a subir 0,51%.

O CAC 40 (França) desvaloriza 0,09%.

A research da BA&N refere que os investidores estão “aliviados” pelo facto de os resultados que estão a ser apresentados pelas empresas “não indicarem uma recessão iminente” na economia mundial contudo alerta que a reunião da reserva norte-americana Fed, marcada para esta quarta-feira, pode “provocar uma inversão no sentimento do mercado”.

O petróleo está a negociar em alta, mas abaixo dos 100 dólares. O brent valoriza 0,48% para os 99,94 dólares e o crude sobe 0,72% para os 95,66 dólares.

O euro valoriza face ao dólar ao subir 0,23% para os 1,01411 euros.

Atualizado às 09h05

Recomendadas

Wall Street encerra sessão apenas com Dow Jones no verde

As ações valorizaram nas negociações da abertura, mas perderam intensidade à medida que o dia avançou. 

Bolsa de Lisboa encerra no ‘verde’ com Greenvolt a liderar nos ganhos

O preço do barril de petróleo está a subir, com o brent a avançar 1,26% para os 96,12 dólares e o crude a subir 1,02% para os 90,11 dólares.

Emissões de títulos excederam amortizações em 1.783 milhões de euros em junho

De acordo com o Banco de Portugal, “o sector financeiro foi o que mais contribuiu para este resultado”, com as emissões de títulos a excederem as amortizações em 1.556 milhões de euros.
Comentários