Bolsa de Lisboa com perda expressiva com todas as cotadas a fechar a semana no ‘vermelho’

As principais bolsas europeias também fecharam em terreno negativo, com o IBEX 35 (Espanha) a desvalorizar 2,41%, o CAC 40 (França) a perder 2,28%, o FTSE 100 (Reino Unido) a cair 2,01% e o DAX (Alemanha) a desvalorizar 1,98%.

A Bolsa de Lisboa (PSI) fechou a sessão desta sexta-feira no ‘vermelho’, a desvalorizar 3,37%, nos 5.487,44 pontos, com todas as cotadas a fechar a semana em terreno negativo.

A Galp liderou nas perdas e fechou a desvalorizar 7,07%, com as suas ações a valerem 9,39 euros, seguida dos CTT, que perderam 6,43% para os 2,62 euros, enquanto a Sonae caiu 5,64% para os 0,8525 euros.

A Jerónimo Martins também fechou a sessão a perder 2,58%, com as suas ações nos 21,16 euros, o BCP caiu 2,15% para os 0,1366 euros, e a EDP desvalorizou 2,01% para os 4,72 euros.

As principais bolsas europeias também fecharam em terreno negativo, com o IBEX 35 (Espanha) a desvalorizar 2,41%, o CAC 40 (França) a perder 2,28%, o FTSE 100 (Reino Unido) a cair 2,01% e o DAX (Alemanha) a desvalorizar 1,98%.

O analista de mercados do Millenium BCP, Ramiro Loureiro, destaca que as bolsas europeias registaram perdas expressivas esta sexta-feira, com o PSI entre os mais castigados, com todas as cotadas a terminarem no ‘vermelho’.

“A Galp refletiu a queda dos preços do petróleo nos mercados internacionais e os CTT continuaram pressionados pelo ambiente adverso no sector que a FedEx tem trazido a público”, realça.

Ramiro Loureiro aponta que os dados preliminares de atividade da Zona Euro demonstraram que a região poderá ter contraído a um ritmo superior ao esperado em setembro, ficando mais exposta a cenários de recessão económica.

“A Alemanha, uma das economias mais vulneráveis à crise energética, foi grande fator de pressão, enquanto a França surpreendeu com uma aceleração no ritmo de expansão da atividade. No pan europeu, o sector Energético perdeu mais de 5%, tal como o de Recursos Naturais. O Automóvel derrapou mais de 4%. Nem a indicação de que a atividade nos EUA terá estado acima do esperado este mês conseguiu animar os investidores. À hora de fecho das praças no velho continente em Wall Street o Nasdaq 100, o S&P 500 e o Dow Jones recuavam mais de 1,5%”, frisa ainda.

O preço do barril de petróleo está a desvalorizar, com o brent a perder 4,96% para os 85,97 dólares e o crude a cair 5,83% para os 78,62 dólares.

No mercado cambial, o euro está a ter uma desvalorização de 1,08% face ao dólar, para os 0,9729 euros.

Recomendadas

PremiumMercado recupera dos mínimos de setembro

Outubro inicia com ganhos das ações, alicerçados na queda dos juros, confiantes num abrandamento dos bancos centrais.

“A Reserva Federal tem corrido atrás do prejuízo”. Ouça o podcast “Mercados em Ação”

No “Mercados em Ação”, podcast do JE, vai poder contar com a análise de especialistas em temas como ações e obrigações; investimento e poupança; BCE e FED; resultados e empresas; análises e gráficos.
Comentários