Bolsa de Lisboa segue em alta com energia a dar gás

As principais bolsas europeias abriram hoje em alta refletindo o ligeiro recuo na taxa de inflação preliminar da zona euro e uma possível desaceleração no aumento das taxas de juro nos EUA sinalizada pelo presidente da Fed. Mas, ao longo da manhã, a tendência deixou de ser tão definida, com Paris e Londres a entrarem em terreno negativo.

Depois de ter aberto em terreno positivo, com o índice PSI (Portugal Stock Index), a subir 0,54% para os 5.894,83 pontos, eis que a subida da Bolsa de Lisboa se intensificou e avança, cerca das 10h15, 0,84% para os 5.911,81 pontos.

As ações que mais sobem são as do sector energético. A EDP Renováveis valoriza 2,31% para 22,56 euros; a EDP sobe 1,90% para 4,61 euros; a Greenvolt avança 1,99% para 8,19 euros; e a REN, depois de anunciar dividendos, cresce 1,98% para 2,580 euros.

Em grande destaque está a Semapa que lidera as subidas com 3,07% para os 14,78 euros. Os CTT também se salientam com uma valorização de 2,04% para 3,25 euros. Assim como a Jerónimo Martins que aprecia 1,42% para 21,50 euros.

Há cinco títulos em queda, e o BCP lidera as perdas ao cair 1,18% para 0,1509 euros. A Galp também perde 0,42% para 11,73 euros.

As outras ações que estão a cair são as da Altri, as da Corticeira Amorim e as da Navigator.

As principais bolsas europeias abriram hoje em alta refletindo o ligeiro recuo na taxa de inflação preliminar da zona euro e uma possível desaceleração no aumento das taxas de juro nos EUA sinalizada pelo presidente da Fed.

No entanto, nesta altura, as praças europeias avançam em sentidos contrário, com o FTSE 100 a cair 0,06%, o CAC 40 também a recuar 0,04% e o DAX, o IBEX, e o FTSE MIB a subirem, o,34%; 0,55% e 0,40%, respetivamente.

O EuroStoxx 50 segue em alta de 0,27%.

O barril de Brent também sobe 0,25% para 87,19 dólares.

Em termos macroeconómicos, as vendas a retalho na Alemanha desiludem. A MTrader destaca que as métrica de vendas a retalho recuaram 6,6% em termos homólogos em outubro, registando assim o quinto mês consecutivo de contração e a pior leitura desde junho de 2022, mostrando o impacto da diminuição do poder de compra dos consumidores, provocado por uma inflação nunca antes vista em solo germânico.

“Em termos sequenciais, vendas a retalho contraíram 2,8%, mais que o esperado (que era de -0,5%) e piorando a leitura de crescimento de 0,9% registada no mês anterior”, refere a análise. Já as vendas de vestuário foram as que mais contraíram (-5,7%), seguidas de vendas em produtos farmacêuticos e cosméticos (-3,3%) e em IT (-2,3%).

O euro sobe 0,37% para 1,0444 dólares.

Destaque para a notícia que o antigo ministro luxemburguês das Finanças Pierre Gramegna é, a partir de hoje, diretor executivo do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE), após o Luxemburgo ter retirado esta candidatura, quando Portugal também o fez com a de João Leão.

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