Bolsa. Investidores aplaudem fusão de Millennium Angola com Atlântico

O anúncio do acordo de fusão entre o Millennium Angola e o Banco Privado Atlântico está a ser aplaudido pelos investidores. Na Bolsa de Lisboa, as ações do BCP dispararam 9%, logo pela manhã. O Banco Millennium Angola (BMA) e o Banco Privado Atlântico (BPA) vão avançar com uma fusão no mercado angolano, com o […]


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O anúncio do acordo de fusão entre o Millennium Angola e o Banco Privado Atlântico está a ser aplaudido pelos investidores. Na Bolsa de Lisboa, as ações do BCP dispararam 9%, logo pela manhã.

O Banco Millennium Angola (BMA) e o Banco Privado Atlântico (BPA) vão avançar com uma fusão no mercado angolano, com o Banco Comercial Português (BCP) – que detém 51% do BMA – a ficar com uma participação de 20% no novo banco.

Ontem depois do fecho dos mercados, o banco liderado por Nuno Amado realçou em comunicado que esta fusão reforça a sua capacidade de expansão em Angola, permitindo “obter condições para crescer em contexto adverso” e, simultaneamente, adaptar-se às implicações decorrentes da alteração da equivalência de supervisão decidida no final do ano passado pela Comissão Europeia relativamente aquele país africano.

O memorando de entendimento com o maior acionista do BPA, a Global Pactum – Gestão de Ativos, foi assinado ontem. Caso se concretize a fusão, vai criar a segunda maior instituição privada em crédito à economia angolana, com uma quota de mercado aproximada de 10% em volume de negócios e o quinto maior banco angolano em ativos.

As sinergias de custos resultantes desta fusão estão estimadas em 20 milhões de euros por ano.

Já o impacto positivo da operação no rácio de capital ‘common equity tier 1’ (CET1) do BCP ascende a 37 pontos base, isto, em base ‘phased in’ (em transição para a total implementação das novas regras europeias de capital).

OJE

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