Bolsa. Atentados de Paris e fatura do Novo Banco assustam investidores

O PSI 20, principal índice da bolsa portuguesa, abriu esta manhã a cair em linha com as principais praças europeias. O índice perdia 0,72% para 5.130,29 pontos. No primeiro dia dos mercados depois dos atentados de terroristas de Paris, os investidores mostram-se cautelosos. Na Europa, as principais praças abriram no vermelho: o Stoxx Europe 600 […]


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O PSI 20, principal índice da bolsa portuguesa, abriu esta manhã a cair em linha com as principais praças europeias. O índice perdia 0,72% para 5.130,29 pontos.

No primeiro dia dos mercados depois dos atentados de terroristas de Paris, os investidores mostram-se cautelosos. Na Europa, as principais praças abriram no vermelho: o Stoxx Europe 600 desvalorizava 0,4%, penalizado essencialmente pelos índices francês CAC 40 e milanês FTSE MIB. Na Bolsa de Paris, o CAC 40 abriu, esta manhã, a cair 1,06%.

Em Lisboa, a empurrar o índice para o vermelho, destaque para o setor bancário: o BCP cai 1,89% para 4,66 cêntimos, o BPI desvaloriza 0,38% para 1,036 euros e o Banif negoceia inalterado nos 0,25 cêntimos.

Os investidores mostram-se receosos com a fatura do Novo Banco, apesar da garantia do Banco de Portugal de que não serão chamados a recapitalizar esta instituição financeira, que chumbou nos testes de “stress”.

O Fundo de Resolução informou ontem, em comunicado, que “não é previsível” que “venha a propor a criação de uma contribuição especial, para financiamento da medida de resolução aplicada ao BES”, que deu origem ao Novo Banco.

O esclarecimento surge um dia depois de conhecidos os testes de “stress” do Banco Central Europeu (BCE), que identificaram necessidades de capital de 1.398 milhões de euros no Novo Banco, que terão de ser colmatadas no prazo de nove meses.

De acordo com o ‘exame’ do BCE, naquele que é designado de cenário base, o Novo Banco cumpriu o mínimo exigido, tendo ficado com um rácio de capital CET1 [Common Equity Tier 1] de 8,2%, ligeiramente acima do mínimo de 8%.

No cenário mais adverso dos testes – com condições como agravamento da economia ou aumento do desemprego – ficou abaixo do mínimo de 5,5% definido pelo BCE, ao apresentar um rácio de apenas 2,4%.

Foi neste cenário que o BCE identificou falhas de capital de 1398 milhões de euros.

A instituição liderada por Stock da Cunha tem agora duas semanas para apresentar um plano com medidas para suprir a falha de capital, que terá de ser colmatada no prazo nove meses, até ao verão do próximo ano.

OJE

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