Bolsas europeias abrem último dia de negociações do ano em terreno positivo

As principais bolsas europeias abriram o dia de hoje a negociar em terreno positivo, no último dia de negociações de um ano difícil para a região devido ao fraco crescimento económico da zona euro. Pelas 08h30, hora de Lisboa, o Euro Stoxx 50 valorizava-se 0,15%, para 3.140,75 pontos, com as principais praças europeias a valorizarem-se […]

As principais bolsas europeias abriram o dia de hoje a negociar em terreno positivo, no último dia de negociações de um ano difícil para a região devido ao fraco crescimento económico da zona euro.

Pelas 08h30, hora de Lisboa, o Euro Stoxx 50 valorizava-se 0,15%, para 3.140,75 pontos, com as principais praças europeias a valorizarem-se entre os 0,15% para os 10.295,00 pontos em Madrid e os 0,32% para os 6.564,4 pontos em Paris.

Também a bolsa de Londres abriu o dia a ganhar 0,26% para 6.564,40 pontos.

O último dia de negociações de 2014 deverá ser reduzido, com os investidores a anteciparem um ano turbulento, marcado pela incerteza política na Grécia, pela situação económica na Rússia e pela contínua fragilidade do preço do petróleo.

OJE/Lusa

Recomendadas

Juros da dívida de Portugal sobem a dois, cinco e dez anos

Os juros de Espanha e Irlanda desciam a dois anos e subiam a cinco e a 10 anos, enquanto os da Grécia avançavam a dois e a dez anos e recuavam a cinco anos.

PSI inicia sessão no ‘verde’ em linha com a generalidade dos mercados europeus

A bolsa de Lisboa está em terreno positivo no início da sessão desta quinta-feira, estando a subir 0,48% para 5.470,41 pontos, num dia de ganhos ligeiros na Europa. O BCP lidera o índice português, ao ganhar 1,66% para 0,1345 euros, seguido da Altri, que sobe 0,89% para 5,12 euros. No sector energético, o desempenho é […]

Topo da Agenda: o que não pode perder nos mercados e na economia esta quinta-feira

O Banco de Portugal divulga esta quinta-feira o Boletim Económico de outubro, A expectativa quanto a estas previsões é significante, especialmente depois da pressão do Presidente da República para que o Governo divulgasse as projeções macroeconómicas antes de anunciar o Orçamento do Estado para 2023.