BPI obtém certificação AENOR para a qualidade do serviço na “Banca de Empresas”

A “Banca de Empresas do BPI” serve, através de uma rede especializada, as grandes, pequenas e médias empresas. Segundo a instituição esta rede “é também direcionada para Clientes institucionais, nomeadamente entidades do Setor Público, Empresas Públicas e Municipais e Setor Empresarial do Estado”.

O BPI é o primeiro banco português a obter a certificação de qualidade do serviço na banca de empresas, atribuída pela AENOR, entidade líder na certificação de sistemas de gestão, produtos e serviços.

“A certificação AENOR, agora obtida, constitui o reconhecimento do trabalho diário da banca de empresas do BPI como uma proposta de valor competitiva”, revela o banco em comunicado.

“Esta certificação reconhece o modelo de atuação comercial da área da banca de empresas do BPI, implementado com o objetivo de maximizar a eficiência e prestar um serviço ao cliente de elevada qualidade e homogéneo em toda a rede comercial. Todos os processos foram auditados pela AENOR, que assegurou o cumprimento dos requisitos de serviço adotados”, diz o banco.

Pedro Barreto, administrador executivo do BPI, destacou que “a obtenção desta certificação é um marco importante do processo contínuo de melhoria e de um trabalho de criação de uma dinâmica uniforme e de homogeneização de procedimentos para obter equipas mais preparadas, alinhadas e eficientes, e que estabelece novos desafios da qualidade do serviço”.

A “Banca de Empresas do BPI” serve, através de uma rede especializada, as grandes, pequenas e médias empresas. Segundo a instituição esta rede “é também direcionada para Clientes institucionais, nomeadamente entidades do sector público, empresas públicas e municipais e sector empresarial do Estado”.

Como entidade global, a AENOR desenvolve a sua atividade de avaliação de conformidade, certificação, inspeção e formação em 87 países, possuindo mais de 87.000 centros de trabalho certificados.

A AENOR tem ainda como propósito identificar e ajudar a corrigir as lacunas de competitividade das empresas, setores e tecido económico, contribuindo para a transformação da sociedade através da criação de confiança nas organizações e nas pessoas.

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