Brasil: economia cresceu 1,4% até outubro

De acordo com o indicador que inclui resultados de alguns setores como indústria, serviços, agricultura e arrecadação de impostos, a atividade económica brasileira continua a crescer de forma tímida, mas sustentável.

A atividade económica do Brasil acumulou um crescimento de 1,4% nos primeiros dez meses de 2018 em relação ao mesmo período de 2017, anunciou hoje o Banco Central do país.

O órgão ligado ao Governo brasileiro destacou que o chamado Índice de Atividade Económica (IBC-Br), indicador criado pelo Banco Central para antecipar mensalmente tendências do Produto Interno Bruto (PIB), também registou um crescimento de 1,54% nos 12 meses até outubro.

A atividade económica do país também cresceu 0,2% em outubro reagindo à retração sofrida em setembro, quando caiu 0,09% face a agosto.

No confronto de outubro com igual mês do ano passado, o IBC-Br indicou uma alta de 2,99%.

De acordo com esse indicador, que inclui resultados de alguns setores como indústria, serviços, agricultura e arrecadação de impostos, a atividade económica brasileira continua a crescer de forma tímida, mas sustentável.

Economistas do mercado financeiro consultados pelo mesmo Banco Central num informe semanal chamado boletim Focus previram que o PIB do Brasil continuará a recuperar lentamente e crescerá 1,3% em 2018, 2,55% em 2019 e 2,50% em 2020.

Recomendadas

OE2022. Pagamentos em atraso sobem para 778,1 milhões até agosto

Os pagamentos em atraso das entidades públicas atingiram os 778,1 milhões de euros em agosto, um aumento em 157,6 milhões de euros face ao mesmo período do ano anterior, avançou esta segunda-feira a Direção-Geral do Orçamento (DGO).

OE2022. Receita fiscal do Estado aumenta 22,8% até agosto para 33,5 mil milhões

A receita fiscal do Estado aumentou 22,8% até agosto face ao mesmo período do ano passado, totalizando 33.511,5 milhões de euros, segundo a Síntese da Execução Orçamental divulgada esta segunda-feira.

OE2022. Resposta à Covid-19 custou ao Estado 2.835,2 milhões até agosto

A resposta à covid-19 custou 2.835,2 milhões de euros até agosto, devido à perda de receita em 464,5 milhões de euros e ao aumento da despesa em 2.370,7 milhões, avançou esta segunda-feira a Direção-Geral do Orçamento (DGO).
Comentários