Brasil: Futuro ministro da Economia de Bolsonaro anuncia seis secretários da nova equipa económica

O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou este sábado o nome de Marcelo Guaranys, ex-diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), como secretário-executivo da pasta.

Antonio Lacerda / EPA

Analista de Finanças e Controlo do Tesouro Nacional, Guaranys é mestre em Direito Público pela Universidade de Brasília e é o atual Subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil da Presidência da República.

Guedes confirmou este sábado, em nota, seis novos nomes para a sua equipa. Como secretário-geral da Fazenda, o escolhido foi Waldery Rodrigues Júnior. Engenheiro formado pelo ITA, mestre e doutor em economia, Rodrigues Júnior tem larga experiência no setor público. É pesquisador concursado pelo Instituto de Pesquisa Económica e Aplicada (Ipea) e consultor do Senado Federal na área política económica.

O atual ministro do Planeamento, Desenvolvimento e Gestão, Esteves Colnago, será o secretário-geral adjunto da Fazenda.

O secretário-geral de Desburocratização, Gestão e Governo Digital será Paulo Uebel, ex-diretor executivo do Instituto Millenium, fundado por Guedes para promover o liberalismo económico. Ele é especialista em direito tributário, financeiro e económico. Foi secretário de Gestão da prefeitura de São Paulo e CEO Global do Lide – Grupo de Líderes Empresariais.

Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, Gleisson Cardoso Rubin será o novo secretário-geral adjunto de Desburocratização, Gestão e Governo Digital. Atualmente, ele ocupa o cargo de secretário-executivo do Ministério do Planeamento.

O economista Carlos da Costa ocupará o cargo de secretário-geral de Produtividade e Competitividade. Ele já foi diretor de Planeamento, Crédito e Tecnologia do Banco Nacional do Desenvolvimento Económico e Social (BNDES). Antes disso, presidiu o Instituto de Performance e Liderança e foi sócio-diretor do Ibmec Educacional.

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