Bruxelas assegura mais 20 milhões de testes rápidos para o início de 2021

Dada a necessidade de testagem, que as campanhas de vacinação não irão afetar, e a escassez dos testes PCR, a Bruxelas aprovou uma série de recomendações sobre estes processos e garantiu a compra de mais 20 milhões de testes rápidos, com um custo máximo de 100 milhões de euros.

A Comissão Europeia definiu esta segunda-feira regras comuns para a testagem rápida no bloco europeu, anunciando também a compra de mais de 20 milhões destes instrumentos de diagnóstico, conforme foi comunicado pelo gabinete de imprensa do órgão.

O comunicado da Comissão informa que estes testes estarão disponíveis a partir do início de 2021, tendo a operação de compra um custo máximo de 100 milhões de euros.

É recomendado aos Estados-membros que façam uso destes instrumentos numa estratégia de reforço da capacidade global de testagem, face à escassez dos testes PCR, a forma de diagnóstico mais fiável, e que para isso sejam formados e certificados profissionais de saúde em número suficiente para levar a cabo estas campanhas de testagem.

Além disso, a Comissão aponta o uso destes testes para casos sintomáticos, em situações de contacto com casos confirmados, em locais onde haja focos de infeção e até para projetos de testagem a larga escala, que inclua a população no seu todo de determinada região com elevadas taxas de positividade.

“Os testes rápidos de deteção de antigénios garantem-nos rapidez, fiabilidade e resultados imediatos para isolar os casos de COVID-19. Este aspeto é crucial para abrandar a propagação da pandemia”, afirmou Stella Kyriakides, comissária responsável pela Saúde e Segurança dos Alimentos.

“Os testes continuarão a ser fundamentais nos próximos meses, mesmo que comecemos a administrar as vacinas na UE a partir de 27 de dezembro. Ao mesmo tempo, precisamos de aumentar a capacidade de testagem para conseguirmos manter o vírus sob controlo. Para ajudar nestes esforços, assinámos hoje um contrato para fornecer aos Estados-Membros mais de 20 milhões de testes rápidos”, concluiu.

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