PremiumCâmara de Caminha paga 20 mil euros para parecer sobre decisão já tomada

Negócio para centro de exposições, que não existe, já custou ao erário público cerca de 400 mil euros: adiantamento de 369 mil e agora mais 20 mil para parecer após rescisão contratual.

A Câmara de Caminha pagou 19.950 euros à Sérvulo & Associados para um parecer sobre o polémico negócio do Centro de Exposições Transfronteiriço (CET). Em causa está a contratação para prestação do serviço jurídico após o anúncio da revogação do contrato por incumprimento contratual na construção do pavilhão multiusos.

Um negócio protagonizado por Miguel Alves, ex-secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro, que celebrou enquanto antigo presidente em 2020. O parecer tinha sido justificado pelo atual edil, Rui Lages, para responder a dúvidas quanto à prossecução do negócio ou à rescisão do contrato.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Relacionadas

PremiumCâmara de Caminha exige devolução de 300 mil euros a empresário

Decisão surge após o JE ter noticiado que autarquia não pediu devolução do adiantamento de rendas por incumprimento.

PremiumAcordo com capital de risco do Estado abriu portas a Ricardo Moutinho

Sociedade de capital de risco do Estado assinou ‘side letter’ com o empresário da polémica em Caminha. Chama-lhe um ”mero acordo de intenções”, mas Ricardo Moutinho usou-a, enquanto ainda estava em vigor, para alavancar o negócio com a Câmara de Caminha.
Recomendadas

Declaração anual de rendas passa a ser entregue apenas por via eletrónica

A declaração anual de rendas, apresentada pelos senhorios que não passam recibos eletrónicos, vai deixar de poder ser entregue em papel, passando a ser entregue apenas por via eletrónica, segundo um despacho agora publicado.

JE Podcast: Ouça aqui as notícias mais importantes desta segunda-feira

Da economia à política, das empresas aos mercados, ouça aqui as principais notícias que marcam o dia informativo desta segunda-feira.

Natal. 87% dos portugueses vão decorar as casas e só 27% querem reduzir na eletricidade

São 54% os portugueses que não pensam gastar dinheiro em novas decorações (19% prevê gastar até 25 euros e 16% prevê gastar entre 25 e 50 euros), de acordo com os dados revelados por um estudo da Klarna.
Comentários