“Campo de Sangue” de João Mário Grilo estreia hoje nos cinemas

O filme, inspirado no romance de estreia de Dulce Maria Cardoso, chega hoje às salas de cinema em Lisboa, Porto, Coimbra, Setúbal, Almada e Oeiras. Trata-se da primeira longa-metragem de ficção de João Mário Grilo em mais de uma década. Produzido por Ana Pinhão Moura, tem música de Mário Laginha.

O filme “Campo de Sangue”, de João Mário Grilo, inspirado no romance de estreia de Dulce Maria Cardoso, chega hoje a salas de cinema, em cidades como Lisboa, Porto, Coimbra, Setúbal, Almada e Oeiras.

Um homem aguarda julgamento após um assassinato. Do lado de fora encontram-se quatro mulheres que, de um modo ou outro, se relacionam com ele. Cada uma delas dará  o seu depoimento e, consequentemente, a sua versão da história que com ele partilham.

“Campo de Sangue” é a primeira longa-metragem de ficção de João Mário Grilo em mais de uma década, desde “Duas mulheres” (2009), e das obras mais recentes dedicadas ao documentário.

Produzido por Ana Pinhão Moura, em 2021, para a APM Actions Per Minute, o filme conta com interpretações de Carloto Cotta, Luísa Cruz, Sara Carinhas, Teresa Madruga, Fernanda Neves, Suzana Borges, Júlia Palha, Mafalda Marafusta, Alba Baptista, Lana Dumitru, Henrique Gomes, Heitor Lourenço, Miguel Monteiro, Joana Botelho e Adriano Cruz.

O argumento é assinado por João Mário Grilo, com Luís Mário Lopes e Inês Beleza Barreiros. A música original é do pianista Mário Laginha.

“Por certo um dos filmes mais admiráveis que o cinema português gerou nos últimos anos, Campo de Sangue é um jogo de espelhos sobre a própria arte de procurar a verdade do mundo através do artifício da ficção. Ou ainda: o rigoroso contrário dos empreendimentos que se refugiam na “importância” ou na “gravidade” dos seus “temas”, reduzindo o cinema à mais banal retórica televisiva. O que aqui mais conta é o filme como acontecimento. De que falamos quando falamos de acontecimento? Desse poder ancestral de o ecrã devolver ao espectador a sua própria condição de explorador da estranheza do mundo. Com uma alegria que nos faz bem”, considera o crítico de cinema João Lopes no “Diário de Notícias”.

João Mário Grilo, 63 anos, estreou-se no final dos anos 1970 com o filme “Maria” (1979), tendo feito, desde então, cerca de duas dezenas de obras, entre documentário e ficção.

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