Cavaco avisa que só não pode dissolver a AR

Cavaco Silva foi o primeiro a discursar na Ajuda. Cavaco assinala que “só há um poder” que não tem, nestes seis meses: o de dissolução da Assembleia da República.


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Cavaco Silva começou a discursar na Ajuda. Todos os ministros já fizeram o juramento.

“O Governo foi formado na sequência crise política aberta pela rejeição do programa do XX Governo”, relembrou o Presidente da República agradecendo os “serviços prestados ao país” à equipa de Passos Coelho.

O discurso na íntegra.

Desejou também os maiores sucessos pessoais e profissionais ao antigo primeiro-ministro português, Passos Coelho, cujo Governo se prolongou por 28 dias.

O Presidente aproveitou para assinalar que auscultou as entidades necessárias para obter “informações relevantes” sobre aspetos como o financiamento da economia, as regras de disciplina orçamental e a sustentabilidade da dívida.

Cavaco defende que o país precisa de modelo assente na produtividade da economia e não de endividamento e aumento da despesa pública, e assinalou que um dos problemas do país é ainda o da estabilidade do setor financeiro.

Frisando a lealdade institucional com que o Governo pode contar, o Presidente não deixou de recordar quais são os poderes do Presidente da República assinalando que “só há um poder” que não tem, nestes seis meses: o de dissolução da Assembleia República.  “Recordo que só o da dissolução da AR se encontra cerceado. Tudo farei para que país não se desvie da trajetória de consolidação orçamental”, avisou.

OJE

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