Costa já é primeiro-ministro (em atualização)

António Costa já abandonou o Palácio de Belém. O líder do PS esteve praticamente uma hora reunido com Cavaco Silva, que indigitou António Costa como primeiro-ministro.


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O Presidente da República indigitou António Costa como primeiro-ministro, avança o Observador. O líder do PS prepara-se agora para formar Governo. Esta informação é confirmada por uma nota da Presidência da República a que o jornal online teve acesso.

António Costa saiu de Belém e preferiu não fazer qualquer comentário. Na informação distribuída aos jornalistas, Cavaco Silva diz que tomou “devida nota” da resposta de António Costa aos seis esclarecimentos pedidos segunda-feira pelo Presidente, explica o Observador.

António Costa esteve reunido com Cavaco Silva durante praticamente uma hora reunido durante a qual terá respondido às dúvidas colocadas segunda-feira pelo Presidente.

O líder do Partido Socialista foi chamado pela terceira vez em apenas cinco dias para uma audiência em Belém. A audiência começou pelas 11h00 e terminou cerca de uma hora depois.

Passam esta terça-feira 51 dias sobre as eleições legislativas e o Presidente ouviu entretanto 31 pessoas e organizações.

Antes de entrar para a audiência, o líder do PS, António Costa, antecipava a nomeação para primeiro-ministro pelo Presidente da República, avançava o jornal Público. Esta notícia deverá tornada pública através de comunicado ou através de uma comunicação ao país. A dúvida é quando irá ser concretizada essa indigitação, avançam diferentes analistas e órgãos de comunicação social.

Segunda-feira, após o pedido de esclarecimento solicitado ao PS pelo Presidente, o secretário-geral dos socialistas, António Costa, enviou ontem a carta de resposta às questões colocadas pelo Presidente da República sobre os acordos de Governo subscritos pela esquerda parlamentar, disse à Lusa fonte oficial socialista.

De acordo com o jornal Público, pouco depois de sair do Palácio de Belém, António Costa contactou, telefonicamente, Catarina Martins e Jerónimo de Sousa. Acertou com os líderes dos partidos de esquerda com quem assinou os acordos que viabilizam a sua entrada em funções que iria responder ao comunicado de Cavaco Silva também por escrito, no próprio dia.

No entanto, nem o PS nem o BE nem o PCP viram necessidade de qualquer reunião formal para acertar uma resposta ao comunicado tornado público pelo Presidente.

O Presidente da República impôs segunda-feira de manhã seis condições para viabilizar a formação de um governo de esquerda liderado pelo PS e com o apoio do Bloco de Esquerda, PCP e Verdes. Costa respondeu às dúvidas do Presidente através de uma carta ontem ao final do dia.

O Presidente da República pretendia ver esclarecidas, formalmente, questões que, estando omissas nos documentos, “distintos e assimétricos”, subscritos entre o Partido Socialista, o Bloco de Esquerda, o Partido Comunista Português e o Partido Ecologista Os Verdes, “suscitam dúvidas quanto à estabilidade e à durabilidade de um Governo minoritário do Partido Socialista, no horizonte temporal da legislatura”, lê-se numa nota divulgada segunda-feira no site da Presidência da República.

Nessa mesma nota é também referido que o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, encarregou, o secretário-geral do PS, António Costa, de desenvolver esforços tendo em vista apresentar uma solução governativa estável, duradoura e credível”.

OJE

(em atualização)

Última edição às 12h27, de 24 de novembro.

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