CDS tem expectativas baixas com OE 2020, mas revela sentido de voto mais tarde

O CDS-PP tem expectativas baixas quanto ao Orçamento do Estado de 2020, do Governo do PS, reserva o seu sentido de voto para mais tarde e duvida que responda a uma das suas prioridades, a baixa de impostos.

Mário Cruz/Lusa

Em declarações à Lusa, a líder parlamentar do CDS, Cecília Meireles, afirmou que “as expectativas são baixas”, tratando-se de um orçamento de um Governo, do PS, que “já disse que é de continuidade”.

A presidente da bancada centrista enumerou três prioridades que o partido defende para um Orçamento do Estado, algumas delas que já eram defendidas durante a campanha eleitoral das legislativas de 06 de outubro.

A primeira prioridade deveria ser “menos impostos, um desagravamento fiscal, acima de tudo da classe média, daqueles que se esforçam e trabalham”, que “com o seu esforço conseguem fazer com que Portugal vá mais longe.

“Era importante que não fossem penalizados com a maior carga fiscal de sempre”, acrescentou.

A segunda prioridade, segundo a deputada, era ter “serviços públicos mais bem geridos” e que o Estado “funcionasse melhor e fosse mais eficaz naquilo que os cidadãos precisam”.

Por último, era importante que “o Estado se desse ao respeito” e “não falhasse”, como se viu no passado, por exemplo, nos grandes incêndios de 2017, concluiu.

Apesar das “expectativas baixas”, o CDS quer, primeiro, analisar o orçamento para decidir o seu sentido de voto, afirmou Cecília Meireles, que duvida que as prioridades do executivo socialista coincidam com as posições do partido, que “são conhecidas”.

A proposta de Orçamento do Estado de 2020 do Governo minoritário socialista vai ser entregue na Assembleia da República na segunda-feira, seguindo-se as fases de discussão na generalidade e na especialidade, que se vão estender até 06 de fevereiro, altura agendada para a sua votação final global.

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