Central offshore da EDP na Escócia vai dar energia à Google (com áudio)

O projeto de 900 megawatts fica localizado em Moray Firth, na costa nordeste da Escócia.

Uma central eólica marítima (offshore) da EDP Renováveis ao largo da Escócia vai dar energia à Google durante 12 anos.

A central de Moray West tem uma capacidade de 900 megawatts e vai produzir eletricidade a partir de 2025.

No espaço de 12 anos, a central vai fornecer um total de cinco terawatts hora (TWh) tecnológica norte-americana, no âmbito de um acordo assinado com a francesa Engie, que detém 50% da Ocean Winds, a dona da central, detida em parte igual pela EDP renováveis.

O projeto fica localizado em Moray Firth, na costa nordeste da Escócia.

A Google destaca que com este projeto vai estar a usar 90% de eletricidade livre de carbono no Reino Unido até 2025.

Já a Ocean Winds está atualmente a desenvolver projetos offshore no Reino Unido que ascendem aos seis gigawatts.

Por sua vez, a Engie conta 37 gigawatts de ativos renováveis, segundo o português Paulo Almirante, vice-presidente da Engie Europa para as renováveis.

Recomendadas

Disney lança serviço de subscrição com publicidade a mais de 100 marcas

Os assinantes da Disney+ nos Estados Unidos têm, a partir desta quinta-feira, uma opção de televisão com anúncios entre os filmes e as séries.

Aeroporto de Lisboa. “Senhores políticos, simplesmente deixem que as obras avancem”, pede líder da APAVT

Pedro Costa Pereira, presidente da Associação Portuguesa da Agências de Viagens e Turismo deixou o apelo na abertura do congresso. “Não evitarão a vergonha, que se colou a todos os que contribuíram para a atual situação, mas pelo menos mitigarão as consequências deste processo tão trágico como ridículo”, afirmou.

Turismo. Programa Apoiar será reforçado com 70 milhões de euros a partir de 1 janeiro

A informação foi anunciada pelo novo secretário de Estado do Turismo, Nuno Fazenda, durante o 47.º Congresso da APAVT, no qual deu ainda conta de uma linha de 30 milhões de euros para dar resposta às microempresas para se financiarem no Turismo de Portugal.
Comentários