“Centralidade das políticas publicas” está no “futuro da juventude”

A ministra-adjunta e dos Assuntos Parlamentares defendeu esta sexta-feira que a “centralidade das políticas públicas” está no “futuro da juventude” e salientou que é “absolutamente essencial” colocar os jovens como “líderes da comunidade” para combater populismos.

Acentralidade das políticas públicas está no futuro da juventude, em melhores empregos, melhor capacidade de qualificações e de competências, melhores rendimentos e, sobretudo, realização pessoal e profissional no seu país ou em qualquer ponto onde queiram fazer a sua vida e construir a sua vida”, afirmou Ana Catarina Mendes, a discursar na inauguração da nova Pousada da Juventude em Vila do Conde, distrito do Porto.

Num discurso com o qual assinalou o Dia Internacional da Juventude, a governante chamou a atenção para o papel dos mais jovens no combate às “ameaças de hoje à democracia” que, disse, se sentem, aludindo ao Plano Nacional da Juventude aprovado quinta-feira em Conselho de Ministros.

“Julgo que no Dia Internacional da Juventude é importante não esquecermos as ameaças que temos hoje a democracia e que este Plano Nacional da Juventude reflete também quando pede que os jovens sejam mais ativos na construção das suas vidas e para serem mais ativos na construção das suas sociedades”, disse.

Para Ana Catarina Mendes, “é absolutamente essencial colocar os jovens como líderes da sua comunidade, do seu bairro, da sua freguesia, da sua Câmara Municipal, da sua associação de estudantes, da sua associação de jovens”.

“Numa altura em que temos os populistas a atacarem todos os dias a democracia, é absolutamente essencial que os mais jovens percebam que cidadão de pleno direito é aquele cidadão que tem direitos e deveres, mas que deve também interagir com a sociedade, trabalhar na sua comunidade e fazer com que a sua comunidade seja mais inclusiva, mais justa e mais solidária”, salientou.

A ministra com a tutela da Juventude, depois de referir que aquele plano tem como “foco primeiro” a emancipação dos jovens, através de emprego digno, combate à precariedade, e ainda preocupações com a demografia e a habitação, apontou um “outro desafio” às atuais gerações de jovens.

“A preocupação de uma guerra que está a existir neste momento, que já começa a ser nas últimas notícias dos telejornais, mas que ela encerra uma preocupação que esta juventude deve ter. Nós vivemos um projeto de paz, de segurança, de solidariedade na Europa como nunca tínhamos vivido noutro momento da Europa”, explicou.

Ana Catarina Mendes deixou, por isso, um apelo.

“Hoje o que se pede aos jovens é também que se mobilizem por aqueles jovens que na Ucrânia não o podem ser neste momento, mas que exigem que a Europa e que nós, como cidadãos europeus, possamos continuar a lutar por uma sociedade mais justa, de paz, de tolerância, de solidariedade e de segurança, como tem sido o projeto da União Europeia”, referiu.

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