CGD, BCP e BPI “transparentes” para o regulador europeu

Três bancos portugueses analisados ficaram abaixo da média dos bancos europeus


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Os bancos portugueses CGD, BCP e BPI passaram nos exercícios de transparência da Autoridade Bancária Europeia divulgados, ainda que com rácios de capital abaixo da média europeia.

Estes exercícios da Autoridade Bancária Europeia (EBA na sigla em Inglês) abrangeram 105 bancos de 21 países europeus e avaliaram o balanço de cada um com base nos dados disponíveis, tendo o regulador bancário verificado que os bancos têm vindo a “fortalecer” as suas posições de capital.

Tendo em conta os dados de final de junho deste ano, no total, os três bancos portugueses analisados apresentaram em média um rácio de capital “fully loaded” CET 1 de 9,3%, CET1 (Common Equity Tier 1) de 11,6%, “Tier 1” de 11,7%, sendo o total de 12,8%.

Segundo a EBA, os bancos tinham de apresentar mínimos de 8% no rácio de capital total, 6% no Tier 1 e 4,5% no CET1, pelo que todos os bancos europeus analisados passaram no teste.

Quanto aos três bancos portugueses analisados, os valores dos rácios de solvabilidade — que indicam a capacidade de uma instituição financeira fazer face a um período de instabilidade – ficaram abaixo da média dos bancos europeus.

Na média dos 105 bancos, o agregado do rácio de capital CET foi de 12,8%, o Tier 14.0% e o total de 16,7%. Já o rácio “fully loaded CET1” – sem os ajustamentos de transição – foi de 11,8%.

Os exercícios de transparência são levados a cabo pela EBA todos os anos, sendo distintos dos mais conhecidos testes de stresse.

Enquanto os exercícios de transparência avaliam o banco com base nos dados atualizados do seu balanço, os testes de resistência sujeitam esse balanço a choques negativos (como queda da economia ou aumento do desemprego), para avaliar a resiliência de um banco numa situação de crise e fazem também projeções para os próximos anos.

OJE

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