CGD vai continuar com uma posição de capital acima da média da Europa, diz Paulo Macedo

O presidente da Comissão Executiva da CGD disse hoje que o banco vai continuar com uma das maiores redes de agências e com uma posição de capital acima da média da Europa e acima dos bancos portugueses.

Cristina Bernardo

O presidente da Comissão Executiva da CGD disse hoje que o banco vai continuar com uma das maiores redes de agências e com uma posição de capital acima da média da Europa e acima dos bancos portugueses.

“Para os próximos dois ou três anos, a mensagem é que a CGD vai continuar a ter uma das maiores redes de agências, sobretudo com o maior número de clientes, com maior número de clientes digitais, com uma posição de capital acima da média da Europa e acima dos bancos portugueses”, afirmou Paulo Macedo.

Este responsável falava na Covilhã, no distrito de Castelo Branco, em mais um encontro Fora da Caixa, onde estava prevista também a presença da ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa e do presidente da Sedes, Álvaro Beleza que por motivos inadiáveis acabaram por faltar ao encontro.

Paulo Macedo deixou claro que a CGD “tem a maior base de depósitos” e “uma qualidade significativa dos seus ativos”, pelo que vai continuar a fazer aquilo que é a razão da sua existência, ou seja, “trabalhar com os empresários e famílias e apoiar no fundo os seus projetos e sonhos”.

O presidente executivo da CGD explicou ainda que em 2022 ainda existe “um sentimento negativo”.

“Saímos da pandemia. A seguir estamos na guerra. As coisas, para 2023 não são as melhores, mas a receita fiscal está no topo porque alguém está a pagar impostos e porque há pessoas a comprar, empresas a vender e felizmente há mais pessoas empregadas”, frisou.

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