Cinco dicas para viajar melhor (de quem o faz com luxo)

A fundadora da empresa de viagens de luxo Indagare, Melissa Biggs Bradley, explicou, em entrevista à Bloomberg, os segredos dos mais ricos para viajar melhor e com mais conforto.

David McNew/REUTERS

1. Fugir da comida de avião para evitar o jet lag

“Eu não como nada durante os voos. Conversei com muitas hospedeiras de bordo sobre isso, e é um segredo das hospedeiras de bordo”, explica Melissa Biggs Bradley. “Basicamente, com a alta altitude, o sistema digestivo desliga-se completamente. Alguém me disse que é como estar sob anestesia. Por isso, quando se sai do avião, tudo reinicia e [o sistema digestivo] tem muito mais trabalho a fazer e, assim, a pessoa sente-se mais cansada”.

2. Restaurantes são ótimos para encontrar recomendações locais

“Para mim, as viagens têm tanto a ver com onde se vai, como com quem se encontra quando se está lá. Quando se vai para outra cidade, quer-se sempre ter o nome de alguém [para pedir recomendações]. Um amigo meu disse-me que uma das suas dicas era sempre ir a restaurantes com mesas comuns em qualquer sítio a que vá, onde não tenha o nome de ninguém para procurar. É uma maneira imediata de interagir com pessoas locais”.

3. Seguro de viagem (e de estômago) são vitais

“Há alguns anos, estava em Deli e saí para jantar. Imediatamente comecei a sentir que estava a ficar com uma intoxicação alimentar, o que foi a primeira vez para mim na Índia. Então, um amigo deu-me um frasco de probióticos. Tomei dois ou três comprimidos e o enjoo ficou instantaneamente curado. Desde então, tomo-os diariamente sempre que viajo para qualquer lugar”, diz a fundadora do Ingadare à Bloomberg.

4. Ficar num hotel de cinco estrelas nem sempre é o melhor

“Em algumas cidades [muito populares], é melhor ficar numa suite incrível num hotel de quatro estrelas, em vez de num quarto de categoria mais baixa num hotel de cinco estrelas”.

5. Dar tarefas a cada familiar para gerir melhor a viagem

“Numa viagem familiar multi-geracional, anuncie que existem três funções: instrutor, documentador e tomador de notas. Todos os dias, alguém tem que documentar tudo – estas são as pessoas com câmaras. Outra pessoa toma notas, e outra está no cargo de líder da viagem, que tem de organizar tudo e conversar durante alguns minutos sobre o que vão fazer. Todos os dias, troquem os papeis e, no final da viagem, consegue-se um registo maravilhoso. Também se pode atribuir a um membro da família o papel de editor, que compilará um livro de fotografias de todos e imprimirá para todos”.

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