CIP defende solução de estabilidade e para uma legislatura

O presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP) defendeu uma solução governativa que garanta estabilidade, previsibilidade e respeito pelos compromissos europeus, remetendo para o Presidente da República a eleição de um governo com um mandato “seguro” para uma legislatura. “A CIP apoiará sempre uma solução governativa que garanta a estabilidade, para os empresários saberem com […]


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O presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP) defendeu uma solução governativa que garanta estabilidade, previsibilidade e respeito pelos compromissos europeus, remetendo para o Presidente da República a eleição de um governo com um mandato “seguro” para uma legislatura.

“A CIP apoiará sempre uma solução governativa que garanta a estabilidade, para os empresários saberem com o que podem contar, previsibilidade, para que seja promovido o investimento, e respeito pelos compromissos internacionais, para que seja mantida a confiança”, afirmou António Saraiva em conferência de imprensa.

O presidente da CIP defendeu, assim, um governo que crie condições para que as empresas desenvolvam as suas atividades “num quadro de competitividade melhorado”.

“Aquilo que desejamos é que do alto critério do Presidente da República saia a eleição e um governo que nos dê estas garantias”, sublinhou o representante dos patrões.

Salientando que a CIP é uma organização patronal e não, uma organização política, António Saraiva escusou-se a dizer se é preferível, no seu entender, um governo liderado pela coligação ou um governo de esquerda, defendendo apenas que este garanta a estabilidade do país.

“A nossa preferência é que, num quadro de estabilidade parlamentar, o futuro governo tenha condições para, suportado por essa estabilidade parlamentar que ressalte da instabilidade política e da tranquilidade para uma legislatura, no mínimo […] possamos ter quatro anos de reforço da melhoria que temos vindo sentindo”, reiterou o presidente da CIP.

De esquerda ou de direita, o importante para António Saraiva é um governo que possa governar por uma legislatura, ou seja, por quatro anos.

“Sabemos que o PS, nestes 40 anos de democracia que levamos, já deu provas de que é um partido europeísta, responsável, por isso saberá encontrar nas várias composições que eventualmente se possam vir a desenhar, acautelar estes princípios […] Não estamos por isso amedrontados”, disse.

Questionado sobre se há condições para que haja um aumento do salário mínimo nacional (SMN), António Saraiva afirmou que “os salários não se devem aumentar por decreto ”

“Não escondo que o SMN tem uma componente social, mas é o país no seu todo que deve responder e não apenas esta ou aquela entidade. Sabemos da vontade de alguns partidos sobre esse tema, mas também sabemos da realidade económica que temos”, disse o dirigente patronal, acrescentando que essa e outras matérias devem ser “acordadas em tranquilidade e com razoabilidade” e devem constar de um acordo em sede de concertação social.

OJE

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