Comerciantes abandonam Praça de Espanha

Três décadas depois chega ao fim o conhecido “mercado azul” da Praça de Espanha, atualmente com 69 comerciantes. Este emblemático sítio da capital acolheu no início dos anos oitenta do século XX, por decisão do então presidente da Câmara de Lisboa, Krus Abecassis, os vendedores que estavam no Martim Moniz, com o objetivo de reabilitar […]


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Três décadas depois chega ao fim o conhecido “mercado azul” da Praça de Espanha, atualmente com 69 comerciantes.

Este emblemático sítio da capital acolheu no início dos anos oitenta do século XX, por decisão do então presidente da Câmara de Lisboa, Krus Abecassis, os vendedores que estavam no Martim Moniz, com o objetivo de reabilitar esta última zona. Os comerciantes deveriam ali ficar apenas cinco anos…. já lá vão 31.

A saída dos pavilhões que agora se dá obedece a uma decisão da Câmara, que pretende definir uma praça “de qualidade“. “A Praça de Espanha, na sua configuração atual, apresenta-se como um espaço urbano desarticulado e desconexo, com um sistema viário sobredimensionado que impede a fruição do espaço público, em particular dos espaços centrais ladeados por vias de tráfego intenso”, argumentou o presidente do município, Fernando Medina, na proposta aprovada — com abstenção do PCP — em reunião camarária, no início do mês.

O executivo, de maioria PS, pretende agora reconverter o espaço através de um “projeto urbanístico estruturante para a cidade de Lisboa, que aposta na criação de uma praça pública de qualidade perfeitamente integrada na malha urbana, com vocação relevante para a fixação de atividades de lazer, estruturada por percursos pedonais de continuidade com a envolvente e bem servida por transportes coletivos”, lê-se no documento, referente às indemnizações a pagar.

A lusa noticia que, os 69 comerciantes “não só não se opuseram ao projeto de decisão, bem como optaram e anuíram expressamente ao valor do ressarcimento”, que é, ao todo, de 821.356,46 euros.

A indemnização foi calculada com base no Regulamento Geral dos Mercados Retalhistas de Lisboa.

OJE

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