Como prosseguir retornos elevados em plena pandemia?

Naquele que será um dos anos mais atípicos das suas vidas, os investidores mantêm expectativa de retornos elevados: acima dos 10% ao ano. Conheça algumas das oportunidades que podem apoiar a sua ambição.

Os investidores portugueses esperam obter em média 7,9% de rentabilidade este ano e um retorno total médio anual de 10,7% ao longo dos próximos cinco. Esta ambição de retornos elevados não é exclusiva dos portugueses, já que a perspetiva de 23 mil pessoas, em 32 locais do mundo, é muito similar: uma média de 10,9% de retorno total anual, num horizonte de cinco anos.

Esta expectativa de retornos elevados foi relevada pelo Schroders Global Investor Study, que auscultou 23 mil pessoas – investidores particulares e profissionais -, em 32 locais do mundo e já em plena pandemia. A ambição pode parecer sui generis neste ano marcado pelo Covid-19, que elevou a volatilidade nos mercados financeiros e empurrou para terreno negativo o crescimento da economia global, mas a maioria dos inquiridos acredita que conseguirá “navegar por águas turbulentas”.

Esta noção deve-se, em parte, ao facto de muitos investidores considerarem que as condições pré-Covid eram já desafiantes e que teriam de encontrar oportunidades e retornos elevados dentro das grandes tendências agora intensificadas pela pandemia – envelhecimento da população com impacto no sector da saúde, populismo político crescente com pressão nos gastos públicos, revolução tecnológica acelerada com implicações na automação e emprego, crescimento lento e baixas taxas de juro, alterações climáticas…

Retornos elevados: riscos e oportunidades

Em praticamente todas estas áreas decorrem transformações que encerram riscos e oportunidades. Veja-se o caso das alterações climáticas.

As consequências deste fenómeno global estão a acelerar e sabemos que têm impactos em todos os elos da cadeia de valor. Além de exigirem fortes investimentos – mitigação, combate, transformação -, vamos assistir a uma deslocação substancial de valor nos mercados financeiros, desde as empresas que se mantêm alheadas (condenadas à extinção) para as que estão a contribuir e a fazer parte da solução (favorecidas e fortalecidas).

Os mais atentos saberão que este é já um tema incontornável – basta pensar que, na Europa, as ajudas aos estados no âmbito da pandemia estão indexadas ao cumprimento das metas – ambientais, energéticas, etc. – dos acordos de Paris. O tema é incontornável também no sector financeiro e existem já produtos de investimento, como por exemplo o Schroder ISF* Global Climate Change Equity, que permitem beneficiar da presença em empresas que, por todo o mundo, começam a destacar-se nesta transição em áreas como a circularidade e a descarbonização.

Este não é um exemplo único. As taxas de juro negativas, que vão manter-se por mais tempo, não implicam banir o crédito das carteiras de investimento. A capacidade de investir em todo o espectro do crédito, sem indexação a índices nem restrições sectoriais ou regionais, é uma estratégia que, mesmo nestes meses críticos, tem permitido bons desempenhos relativos por parte de fundos como o Schroder ISF Global Credit Income, que estão a aproveitar as oportunidades onde elas existem e a prosseguir

* Schroders International Selection Fund é referido no artigo pela sigla ISF. Os fundos de investimento são mencionados unicamente para efeitos informativos e não constituem recomendação de subscrição nem de compra ou venda de ativos. O desempenho passado não constitui garantia de rendibilidade futura e poderá não se repetir.

 

Este conteúdo patrocinado foi produzido em colaboração com a Schroders.

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