Concorrência distingue trabalho que identifica efeitos anticompetitivos nas concentrações de startups

O primeiro Prémio de Política de Concorrência, que tem por objetivo estimular a investigação científica na área da concorrência, foi atribuído em 2018.

O Prémio AdC de Política de Concorrência foi atribuído a um trabalho académico que apresenta resultados indicativos sobre a possibilidade de as aquisições de startups terem efeitos anticompetitivos significativos a nível agregado, anunciou a Autoridade da Concorrência num comunicado enviado esta sexta-feira à imprensa.

Dedicado à economia da concorrência, a edição deste ano premiou, assim, o trabalho académico “Product Differentiation and Oligopoly: a Network Approach” que “fortalece o argumento para reforçar a supervisão da Lei da Concorrência sobre essas transações”, da autoria de Bruno Pellegrino, Professor Assistente de Finanças na University of Maryland’s Smith School of Business.

A escolha do referido trabalho pelo júri foi unânime, dada a “metodologia inovadora usada para a delimitação de mercados” e a “pertinência dos resultados sobre as consequências no bem-estar, do aumento da concentração”.

O júri é presidido pela presidente da AdC, Margarida Matos Rosa, fazendo igualmente parte do organismo Luís Cabral (New York University), Massimo Motta (Universitat Pompeu Fabra), Patrick Rey (Toulouse School of Economics) e Pedro Pita Barros (Nova School of Business and Economics).

O primeiro Prémio de Política de Concorrência, que tem por objetivo estimular a investigação científica na área da concorrência, foi atribuído em 2018.

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