Congelado. Não há diálogo entre Rússia e EUA, assegura Kremlin

Porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmou que o diálogo entre a Rússia e os EUA está “congelado a quase todos os níveis”, com as relações bilaterais numa das piores crises desde o fim da Guerra Fria.

“O diálogo com os EUA está congelado a quase todos os níveis. Ou não comunicamos ou reduzimos ao mínimo” os contatos, afirmou Peskov numa entrevista à cadeia de televisão russa Mir-TV noticiada pela agência russa Ria-Novosti.

As relações entre a Rússia e os Estados Unidos atravessam um dos seus piores momentos devido às graves tensões por causa do conflito sírio (Moscovo apoia ativamente o regime do presidente Bashar al Assad) e por causa da crise ucraniana.

A deterioração da relação entre os dois países começou com a anexação da Península da Crimeia pela Rússia em março de 2014. Os Estados Unidos já tinham acusado Moscovo de estar a apoiar os rebeldes pró-russos no Leste da Ucrânia.

Já no conflito sírio, os Estados Unidos têm condenado a atuação russa ao lado do regime de Bashar al Assad, nomeadamente o apoio com aviação (responsável por múltiplas missões de bombardeamento).

Recomendadas

Dormidas de brasileiros em Portugal disparam 748% até julho

O número de dormidas de brasileiros em Portugal disparou 748% entre janeiro e julho deste ano, para 1,2 milhões, refletindo uma forte recuperação depois de dois anos de pandemia, segundo dados da AICEP, cedidos à Lusa

Crise/Inflação: Casais podem receber 125 euros pelo IBAN do reembolso do IRS

O apoio de 125 euros é individual, mas os casais que entreguem o IRS em conjunto e só tenham o IBAN do reembolso deste imposto confirmado nas Finanças recebem o apoio nessa conta bancária, esclareceu hoje fonte oficial.

PremiumPartidos convergem nos apoios às famílias e crescimento económico

Os partidos com assento parlamentar começam a definir as prioridades para o próximo Orçamento do Estado. Num quadro de incerteza, continuidade e necessidade de calibrar medidas é o elemento central do PS. Oposição reclama respostas ao acelerar da inflação.
Comentários