Conselho de ministros. Vem aí mais austeridade?

Mário Centeno, ministro das Finanças, assinalou esta quinta-feira à saída do Conselho de Ministros que “são necessárias medidas adicionais para cumprir a meta do défice”.


Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

“Só assim o país poderá sair este ano do procedimento por défices excessivos instaurado pela União Europeia”, disse aos jornalistas presentes no local.

O Executivo discutiu esta quinta-feira, em Conselho de Ministros se serão ou não necessárias novas medidas extraordinárias para manter o défice abaixo dos 3%. Só abaixo deste valor Portugal poderá sair dos procedimentos por défice excessivo.

Este terá sido o único tema levado à reunião do novo Executivo que está a preparar o Orçamento do Estado para 2016.

Durante a reunião desta quinta-feira, foi decidido que deverá haver uma “contenção do lado da despesa” por exemplo através do “congelamento de processos pendentes de descativações e de transições de saldo de gerência considerados não urgentes” e ainda da redução das verbas para as administrações públicas em 46 milhões de euros e do descongelamento das cativações, assinalou o ministro das Finanças.

Mário Centeno assinalou hoje que um primeiro draft do Orçamento do Estado para 2016 deverá ser apresentado em Bruxelas até ao final do ano e que as grandes opções do plano (GOP) deverão ser enviados na primeira quinzena de janeiro.

A meta fixada para o défice orçamental para 2016 deverá ser de 2,8% do Produto Interno Bruto (PIB).

Na semana passada, a agenda do Governo liderado por António Costa foi marcada por avisos da Unidade Técnica de Apoio Orçamental que alertavam para o risco do não cumprimento da meta do défice para 2015.

OJE

Recomendadas

Atualização do IAS aumenta valor máximo do subsídio de desemprego em 93 euros

O valor máximo do subsídio de desemprego vai subir mais do que o previsto avançando 93 euros, para 1.201,08 euros, refletindo o aumento de 8,4% do Indexante de Apoios Sociais (IAS) em 2023.

Afinal, pensões mais baixas vão subir 4,83% em janeiro

Pensões até 961 euros vão ter aumento de 4,83%, pensões entre 961 euros e 2.883 euros vão subir 4,49% e pensões acima de 2.883 euros vão crescer 3,89%. Correção das atualização vai custar 110 milhões de euros, aos quais se somam os 1.155 milhões de euros já previstos.

JE Podcast: Ouça aqui as notícias mais importantes desta quarta-feira

Da economia à política, das empresas aos mercados, ouça aqui as principais notícias que marcam o dia informativo desta quarta-feira.