Consultas médicas nos cuidados primários desce 1,2% na Madeira

As unidades de cuidados primários de saúde da Madeira tiveram uma subida de 15% nos atos complementares de diagnóstico, e uma descida de 8% nos atos complementares de terapêutica e de 4% nos serviços de atendimento urgente.

A Madeira teve uma quebra de 1,2% nas consultas médicas nos cuidados primários diz a Direção Regional de Estatística (DREM).

Em 2017, foram registadas 337.319 consultas médicas em ambulatório nas Unidades de Cuidados de Saúde Primários (UCSP), face às 341.510 do anterior.

Do total de consultas, 41% foram no Funchal, 74% foram de medicina geral e familiar, 12,1% do recém-nascido, da criança e do adolescente e 5,6% de saúde da mulher.

Para além das consultas realizaram-se 12.378 atos complementares de diagnóstico, um aumento de 15,4% face ao período homólogo.

Do total 71% disseram respeito a exames radiológicos, 28% a eletrocardiogramas e 1% a ecografias.

As UCSP da Madeira tiveram ainda 70.171 atos complementares de terapêutica, uma descida de 8% face ao ano anterior, sendo que 58,5% foram tratamentos de fisioterapia, 24,5% a sessões de terapia da fala e 15,3% a sessões de terapia ocupacional.

Nos serviços de atendimento urgente foram atendidos foram 130.705 utentes, o que representa uma quebra de 4% face ao ano anterior.

A Madeira tinha nas UCSP 1.569 pessoas, sendo que 191 eram médicos e 549 enfermeiros. O pessoal ao serviço nestas unidades de saúde subiu 1%.

As UCSP tiveram um aumento de 4% nos médicos e de enfermeiros, diz a DREM. 34% do pessoal estava no Funchal.

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