Costa mantém o uso da máscara. “Cautela e caldo de galinha”

O primeiro-ministro afirmou esta segunda-feira que continuará a “tomar cautela e caldo de galinha”, usando a máscara em espaço fechados para se proteger da Covid-19, e avisou que o vírus continua a andar por aí.

O primeiro-ministro, António Costa, durante a sessão plenária para apresentação do programa do XXIII Governo Constitucional na Assembleia da República, em Lisboa, 08 de abril de 2022. MIGUEL A. LOPES/LUSA

Estas advertências foram transmitidas por António Costa em declarações aos jornalistas, depois de questionado sobre a razão que o levou a usar máscara em muitos momentos da sessão solene comemorativa do 48º aniversário do 25 de Abril, esta manhã, na Assembleia da República.

Falando a meio das comemorações do 25 de Abril no Palacete de São Bento, o primeiro-ministro começou por frisar que o fim da obrigatoriedade do uso de máscaras em espaços públicos fechados não significa que cada cidadão não tenha a liberdade de a continuar a usar para se proteger da covid-19.

“Convém termos a noção que deixámos de usar a máscara, mas o vírus não deixou de nos usar e continua a andar por aí. Continua a contaminar as pessoas, continuam pessoas a adoecer e continuam pessoas a falecer”, avisou.

António Costa disse depois que, pela sua parte, “após dois isolamentos por contactos de risco e mais um isolamento por contração da covid-19”, continua “a tomar cautelas e caldos de galinha”.

“Vou usar máscara sempre que houver grandes ajuntamentos em espaços fechados”, frisou.

O primeiro-ministro observou que o uso da máscara deixou de ser obrigatório em muitas situações, mas disse que todos devem desejar que essa medida “tenha vindo para ficar”.

“Ninguém sabe o que vai acontecer quando regressarmos ao outono e ao inverno. Há quem diga que, provavelmente, voltaremos a ter covid-19, como tivemos outras infeções respiratórias. E, então, poderemos ter de tomar novas medidas”, acrescentou.

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