Covid-19. Relatório de monitorização indica que linhagem BA.5 da Ómicron tem frequência relativa de 63,6%

Segundo a DGS e o INSA a linhagem BA.5 “tem revelado uma maior capacidade de transmissão, a qual é potencialmente mediada por mutações adicionais com impacto na entrada do vírus nas células humanas e/ou na sua capacidade de evadir a resposta imunitária”.

O Relatório de Monitorização da Situação Epidemiológica da Covid-19 do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA) e da Direção Geral de Saúde (DGS) indicou que a linhagem BA.5 da Ómicron é dominante tendo 63,6% de frequência relativa.

“Estima-se que a linhagem BA.5 da variante Ómicron já seja dominante em Portugal, registando uma frequência relativa estimada de 63,6% ao dia 15 de maio de 2022”, aponta o relatório, acrescentando que “esta linhagem tem revelado uma maior capacidade de transmissão, a qual é potencialmente mediada por mutações adicionais com impacto na entrada do vírus nas células humanas e/ou na sua capacidade de evadir a resposta imunitária”.

Relativamente à mortalidade específica por Covid-19 está situada nos 32,5 óbitos em 14 dias por 1.000.000 habitantes e apresenta uma tendência crescente. O relatório de monitorização aponta que “A mortalidade por todas as causas encontra-se ainda dentro dos valores esperados para a época do ano, o que indica reduzido impacto da pandemia na mortalidade”.

Tal como a mortalidade também o número de pessoas com Covid-19 internadas em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) no Continente revelou uma tendência crescente, correspondendo a 32,9%, quando no período anterior em análise foi de 23,1%. Segundo a DGS e o INSA “a razão entre o número de pessoas internadas e infetadas foi de 0,14 com
tendência estável. Este valor é inferior aos observados em ondas anteriores, indicando uma menor gravidade da infeção do que a observada anteriormente”.

Em linha com os restantes indicados, o número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2  por 100.000 habitantes, acumulado nos últimos 7 dias, foi de 1.529 casos, também demonstrou tendência crescente a nível nacional e das regiões exceto a Região Autónoma da Madeira, que apresentou uma tendência estável.

O R(t) apresenta um valor igual ou superior a 1 a nível nacional (1,23) e em todas as regiões, à exceção da região Autónoma da Madeira, o que indica uma tendência crescente nestas regiões.

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