Crédito Agrícola paga apoio pontual de até 750 euros aos colaboradores

O banco vai pagar em novembro um apoio pontual de 500 euros aos colaboradores da Caixa Central, tendo dado indicação para que as Caixas de Crédito Agrícola e empresas do grupo possam atribuir um prémio entre os 250 e os 750 euros.

O Crédito Agrícola vai dar um apoio extraordinário aos seus colaboradores para ajudar a mitigar o impacto do atual contexto económico. Na Caixa Central, este pagamento, a ser feito este mês, será de 500 euros, mas poderá variar entre os 250 e os 750 euros nas Caixas de Crédito Agrícola e empresas do grupo.

“Para fazer face ao atual contexto económico, o Crédito Agrícola reforça a sua política de Recursos Humanos no investimento dos colaboradores e, ainda durante o mês de Novembro, a Caixa Central vai atribuir um pagamento pontual de 500 euros a todos os seus colaboradores”, refere o banco liderado por Licínio Pina num comunicado divulgado esta terça-feira.

“Para acompanhar esta medida extraordinária, a Caixa Central emitiu orientações às Caixas de Crédito Agrícola e Empresas do Grupo que permitirão a estas, de acordo com as suas condições financeiras, a atribuição de um prémio aos seus colaboradores entre os 250 e os 750 euros”, acrescenta.

Bancos como o BCP estão a dar o mesmo passo. O banco liderado por Miguel Maya também vai dar um apoio extraordinário de 500 euros a todos os trabalhadores “sem viatura atribuída”, com o objetivo de ajudar a mitigar a escalada da inflação e perda do poder de compra.

“Esta é mais uma medida que visa o comprometimento do banco com os seus colaboradores e um apoio extraordinário para atenuar os efeitos da subida da inflação e alguma perda do poder de compra”, afirma Paulo Barreto, diretor de recursos humanos do Grupo Crédito Agrícola, citado no comunicado, notando que este apoio “é de extrema importância porque visa impactar positivamente a vida dos nossos colaboradores e reforça a retenção e fixação de talento no banco”.

O banco tem ainda em vigor um modelo de teletrabalho que prevê três dias presenciais e dois dias a trabalhar a partir de casa. Um modelo “que tem impacto no bem-estar pessoal e profissional dos trabalhadores, mas também com a sustentabilidade nas vertentes ambiental e social, com a poupança realizada nas deslocações”, indica.

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