PremiumCrise política faz pausa de verão e segue em setembro

A crise política, estado natural de Itália há várias décadas, vai, tudo o indica, continuar depois das eleições antecipadas de setembro próximo. Nenhum partido conseguirá governar sozinho.

Quando, no final de janeiro, e depois de eleições com o dramatismo a que a Itália já habituou o mundo, Sergio Matarella foi reeleito presidente de Itália (apesar de querer sair), ninguém podia imaginar que, seis meses volvidos, o primeiro-ministro, Mario Draghi, teria apresentado a demissão, o Parlamento sido dissolvido e eleições convocadas.

Há meio ano, Draghi teve de resistir àquilo que muitos analistas consideravam ser a sua vontade: substituir Matarella no mais alto cargo da república italiana. E, respondendo aos apelos vindos das mais diversas geografias políticas – de que não constava nenhum vindo de Matteo Salvini, líder da extrema-direita da Liga – o ex-governador do Banco Central Europeu (BCE) aceitou manter-se como primeiro-ministro. Isto obrigou Matarella a, da mesma forma, manter-se como presidente.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

PremiumTapisco tem novos petiscos

O chef Henrique Sá Pessoa é uma das referências consolidadas no atual panorama gastronómico nacional com uma carreira de mérito reconhecido e renovado com a atribuição de duas estrelas Michelin.

PremiumDo pessimismo à esperança

Entrevistar alguém que pensa e estuda sistemas na área de ‘business innovation’ pode soar a algo demasiado conceptual ou abstrato. Nada disso. A pessoa em questão, Tima Bansal, é professora há cerca de três décadas. Acredita que a Educação pode fazer a diferença e afirma que nos últimos cinco anos começou a desenhar-se uma mudança de mentalidade nas ‘business schools’. E não só.

PremiumGestores bancários sem tarimba a gerir períodos inflacionários

Estudo sobre o sector bancário europeu feito pela consultora estratégica Oliver Wyman considera que as instituições financeiras podem não estar preparadas para os impactos do aumento da inflação e do abrandamento da economia na atividade.
Comentários