CTT diz que alegada funcionária que vendeu falsos certificados de aforro “não trabalha” na empresa (com áudio)

“A pessoa alegadamente responsável pelas falsificações referidas na comunicação social não trabalha em nenhuma Estação de Correio e não é funcionária dos CTT” pelo que “os casos relatados configuram situações de falsificações a que os CTT são alheios”, diz a empresa.

Os CTT – Correios de Portugal reagiram à notícia recente da SIC de que uma funcionária do posto dos CTT da Guarda é suspeita de ter falsificado certificados de aforro e de burlar clientes em milhares de euros.

“No seguimento das notícias veiculadas na comunicação social a propósito da falsificação de certificados de aforro, os CTT esclarecem que “a subscrição dos Certificados de Aforro só pode ser efetuada nas Estações de Correio dos CTT, não integrando a oferta de serviços disponível nos postos de correio; a pessoa alegadamente responsável pelas falsificações referidas na comunicação social não trabalha em nenhuma Estação de Correio e não é funcionária dos CTT” pelo que “os casos relatados configuram  situações de falsificações a que os CTT são alheios”.

Segundo a notícia os CTT enviaram um perito e foi logo confirmado que os certificados de aforro entregues à população eram fotocópias grosseiras. Um dos lesados tem 64 anos e ficou sem 36 mil euros, segundo a notícia da SIC que diz ainda que o Ministério Público está a reunir provas dos crimes de burla, peculato e infidelidade.

Na nota “os CTT lamentam a situação e apelam a que todos os subscritores e potenciais investidores se informem previamente do local onde estes certificados podem ser subscritos e das suas características, para evitar eventuais situações de burla ou falsificação”.

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