Daniel Traça: “Estratégia de internacionalização é o grande motor impulsionador da subida”

O novo diretor da Nova School of Business and Economics, Daniel Traça, explica ao OJE como consegue a Nova SBE ter os dois melhores programas de Gestão lecionados em Portugal e reafirma a meta traçada de inaugurar o novo campus em 2017/2018. O ranking global do Financial Times 2015 dá ao CEMS MIM, lecionado na […]


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O novo diretor da Nova School of Business and Economics, Daniel Traça, explica ao OJE como consegue a Nova SBE ter os dois melhores programas de Gestão lecionados em Portugal e reafirma a meta traçada de inaugurar o novo campus em 2017/2018.

O ranking global do Financial Times 2015 dá ao CEMS MIM, lecionado na Nova SBE, o 4º lugar do mundo e ao International Masters in Management a 31ª posição. Este último subiu 17 lugares face a 2014.

Em que medida este desempenho é consequência da estratégia de internacionalização desenvolvida pela escola?

A estratégia de internacionalização da Nova SBE é o grande motor impulsionador da nossa subida nos rankings assente, naturalmente, na excelência académica da escola e na qualidade dos nossos alunos. É de assinalar que continuamos a ser a escola com a média de entrada mais elevada em Gestão – 17.30 -, o que permite vislumbrar a qualidade do talento que cresce na Nova SBE. Por outro lado, por sermos uma instituição de ensino virada para o exterior e aberta ao mundo, o que está no ADN da Nova SBE, desde logo compreendemos a revolução que o processo de Bolonha iria desencadear no ensino superior e conseguimos antecipá-la. Começámos a ensinar em inglês e a abrir as nossas portas a alunos e professores estrangeiros muito cedo. Reformulámos os nossos programas tendo em conta as necessidades de um mundo global em permanente mudança. Os corredores da Nova SBE passaram a proporcionar uma vivência académica multicultural que fez com que facilmente os nossos alunos se sentissem à vontade para aceitar desafios profissionais em qualquer lugar do mundo. Mais de 40% dos nossos estudantes desenvolve carreiras internacionais e cada vez mais as empresas internacionais vêm fazer recrutamento direto no Campus de Campolide.

Como foi a procura dos mestrados este ano? De onde veio?

Esta plataforma de conhecimento e de talento que criámos permite-nos colocar Portugal entre os países mais apetecíveis para fazer um curso superior. Prova disso mesmo é o facto das candidaturas aos mestrados da Nova SBE terem crescido em quantidade e em qualidade. Para ter uma ideia, este ano, mais de 50% dos nossos candidatos eram estrangeiros e vinham de, mais de 80 países diferentes: Alemanha, Itália, França, China, Áustria, India e Noruega, entre outros. Este crescimento exponencial levou-nos a aumentar o número de vagas e exigiu-nos a contratação de 11 novos professores, a maioria estrangeiros. A rotação de talento que passa por Portugal e pela Nova SBE permite-nos preparar os nossos estudantes para competir com alunos de todo o mundo e cada vez mais habilitarem-se os melhores salários ao nível global. Todos estes fatores são importantes para a avaliação que os nossos alunos fazem dos nossos programas e para a ponderação de rankings como o do Financial Times.

Que comentário lhe merece esse reconhecimento internacional?

Não posso deixar de sublinhar que este é um resultado extraordinário para a Nova SBE mas é sobretudo uma enorme conquista para o país. Não é por acaso que as escolas de negócio portuguesas são cada vez mais uma referência no mundo. Ainda recentemente, o The Global Competitiveness Report 2014/2015, um relatório do Fórum Económico mundial, classificou as escolas nacionais de Economia e Gestão no 4º lugar mundial.

Peça importante na estratégia de internacionalização é o novo campus. Para quando está previsto o arranque das obras?

O concurso para a atribuição da empreitada deve arrancar dentro de um a dois meses. E mantemos a data inicialmente prevista para a inauguração do novo Campus onde esperamos concretizar a visão do fundador da Nova SBE, o professor Alfredo de Sousa, e criar uma das melhores escolas de negócios na Europa, atraindo para Portugal algum do melhor talento do mundo.

Quais os objetivos de número de alunos e de professores para o novo campus? O novo campus em Carcavelos vai permitir receber cerca de 3.350 utilizadores, 3.100 dos quais serão alunos e destes 50% serão estrangeiros.

Almerinda Romeira/OJE

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