Debate Costa vs Passos na rádio

António Costa e Pedro Passos Coelho debatem esta manhã, nas rádios TSF, na Rádio Renascença e Antena 1. A polémica sobre quem trouxe a Troika está subjacente ao debate entre os candidatos a primeiro-ministro.   Costa quer regras mais apertadas nas prestações sociais António Costa quer “repor os mínimos sociais” e garante que o vai […]


Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

António Costa e Pedro Passos Coelho debatem esta manhã, nas rádios TSF, na Rádio Renascença e Antena 1. A polémica sobre quem trouxe a Troika está subjacente ao debate entre os candidatos a primeiro-ministro.

 

Costa quer regras mais apertadas nas prestações sociais

António Costa quer “repor os mínimos sociais” e garante que o vai fazer ao “acompanhar o aumento da despesa com contenção da despesa”.

O candidato socialista quer repor “o RSI, o CSI, o abono de família que foram cortados” e propõe regras mais apertadas nas prestações não contributivas ao introduzir “mecanismos de condição de recursos”.

Relativamente às prestações nas quais pretende incluir “condições de recursos” Costa escusou-se a elencar. Confrontado sobre se iria afetar as pensões mínimas António Costa assinala que o que foi feito no passado não foi introduzir condição de recursos nestas pensões mínimas e diz que foi por isso que “criámos uma outra prestação não contributiva que é o CSI”.

O candidato não respondeu à pergunta direta sobre quais são essas prestações é que estarão sujeitas à condição de recurso que permita à Segurança Social poupar mil milhões de euros nos próximos quatro anos. Disse: “iremos fazer a avaliação do conjunto das prestações”, sem dizer quais.

 

Passos quer desagravamento dos impostos sobre empresas

Passos fala no compromisso de desagravar os impostos sobre as empresas, uma vez que “facilita o investimento” e, consequentemente, “o crescimento da economia”. Investimento, crescimento, emprego.

O candidato da colidação de direita pretende Desagravar o IRS na sobretaxa, removendo-a gradualmente em quatro anos. “Os trabalhadores por conta de outrem verão aliviada a sua carga fiscal”, diz.

Sobre os escalões do IRS, Passos diz que “a revisão dos escalões foi feita de modo a criar mais progressividade no imposto: 7% dos contribuintes pagam aproximadamente 70% da receita fiscal, porque fizemos a revisão dos escalões. Baixar o IVA, por exemplo, porque 23% é uma taxa muito elevada, seria bom. Mas podemos fazê-lo? “Não estou a ver como o possamos fazer nos próximos anos” – “Foi o que o PS fez antes e depois tivemos de levar com um resgate”, sintetiza o Observador.

A título de exemplo refere que “Podemos desagravar fiscalmente as famílias mais numerosas, como estamos a fazer com o quociente familiar, remover a sobretaxa gradualmente, manter a reforma do IRC (que o PS agora já não quer) e, muito importante, manter o combate à evasão fiscal”.

Recomendadas

Empresa espanhola de armamento recebeu carta semelhante à que explodiu na embaixada da Ucrânia

Uma empresa espanhola de armamento recebeu um envelope similar ao que foi enviado para a embaixada da Ucrânia em Madrid e que explodiu.

Atualização do IAS aumenta valor máximo do subsídio de desemprego em 93 euros

O valor máximo do subsídio de desemprego vai subir mais do que o previsto avançando 93 euros, para 1.201,08 euros, refletindo o aumento de 8,4% do Indexante de Apoios Sociais (IAS) em 2023.

Afinal, pensões mais baixas vão subir 4,83% em janeiro

Pensões até 961 euros vão ter aumento de 4,83%, pensões entre 961 euros e 2.883 euros vão subir 4,49% e pensões acima de 2.883 euros vão crescer 3,89%. Correção das atualização vai custar 110 milhões de euros, aos quais se somam os 1.155 milhões de euros já previstos.