Deloitte tem 400 vagas e está a recrutar talento

A consultora vai recrutar quatro centenas de jovens nos próximos seis meses para responder ao crescimento continuado do negócio. Economia, Gestão, TI e Engenharias prevalecem, mas há oportunidades em muitas outras áreas do conhecimento. Oferecem-se salários acima da média. A Deloitte tem, neste momento, as suas portas abertas aos “melhores entre os melhores”. No âmbito […]


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A consultora vai recrutar quatro centenas de jovens nos próximos seis meses para responder ao crescimento continuado do negócio. Economia, Gestão, TI e Engenharias prevalecem, mas há oportunidades em muitas outras áreas do conhecimento. Oferecem-se salários acima da média.

A Deloitte tem, neste momento, as suas portas abertas aos “melhores entre os melhores”. No âmbito da sua nova campanha Seleção Natural de Talento, em resposta ao crescimento continuado do negócio, a consultora procura jovens recém-licenciados de diversas áreas, “naturalmente preparados para vencer”, num total de 400.

A este grupo de jovens recém-licenciados é oferecida a oportunidade de “uma carreira com futuro numa empresa líder, presente em mais de 150 países e territórios, com mais de 225.000 profissionais espalhados pelo mundo”.

A mobilidade internacional é, no entanto, apenas um de entre os vários aspetos que Gonçalo Simões, partner e recruitment leader da Deloitte salientou ao OJE: “Em termos das condições oferecidas aos novos profissionais que irão integrar a firma, gostaríamos de destacar o acesso a uma rede global de competência, a desafios internacionais e aos melhores clientes, a formação contínua, a ferramentas tecnológicas e de comunicação de ponta que lhes permitem ganhar em autonomia, flexibilidade e eficiência e até a espaços de trabalho inovadores que propiciam o trabalho em equipa e potenciam a criatividade”.

Segundo o partner da Deloitte, o elevado número de candidatos deve-se à ambição de crescimento, por um lado, e ao facto de a consultora estar a ocupar cada vez mais espaço de mercado nos diversos serviços que presta e nas diversas indústrias onde atua, com muitas equipas altamente especializadas, que procuram os melhores nessas áreas especificas de competência.

“Cada um dos novos profissionais é escolhido criteriosamente e tem um papel relevante para a Deloitte, hoje e no futuro”, sublinha.

“O Deloitte Hub, o nosso novo escritório, é um exemplo de um importante investimento feito para dar as melhores condições aos nossos profissionais, que encerra novas formas de trabalho. Os salários acima da média são outros benefícios que garantimos”, salientou ainda ao OJE Gonçalo Simões.

A consultora pretende também recrutar licenciados estrangeiros que estudaram ou estudam em Portugal e estejam interessados em trabalhar numa das maiores organizações globais de serviços profissionais. “Garantir esta diversidade dentro de portas é essencial, sobretudo quando parte dos nossos projetos são internacionais e requerem diferentes competências e visões. Os nossos profissionais são inseridos numa rede global e podem ser chamados a participar em projetos em qualquer país, o que responde à globalização do mercado de trabalho e à competitividade da nossa organização”, explica Gonçalo Simões.

A diversidade é também um dos motivos que leva a Deloitte a abrir este processo de recrutamento a jovens talentos de outras áreas de formação, para além das habituais ciências económicas e de gestão ou engenharia de TI e telecomunicações, que apresentem um percurso académico exemplar e competências sociais fortes.

“Somos uma empresa feita por pessoas e equipas preparadas para superar limites com agilidade, astúcia, respeito e paixão. Esta força e vontade de vencer aliada ao rigor técnico e à forte convição de contributo para a sociedade permitem-nos definir o padrão de qualidade e excelência no mercado”, destaca Gonçalo Simões.

A Deloitte lançou, em simultâneo, uma campanha interna de referenciação que permite que os seus profissionais recomendem candidatos que demonstrem ter um “instinto natural de liderança, forte capacidade de adaptação e de trabalho em equipa”.

Editado por Almerinda Romeira/OJE

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