Deputados querem ouvir Ricardo Salgado a 3 de dezembro

Os deputados da comissão parlamentar de inquérito à gestão do BES e do Grupo Espírito Santo (GES) querem ouvir o ex-presidente executivo do banco, Ricardo Salgado, a 3 de dezembro, revelou à agência Lusa fonte parlamentar. De acordo com a proposta em cima da mesa, Salgado deverá ser ouvido a 3 de dezembro às 16:00, […]

Os deputados da comissão parlamentar de inquérito à gestão do BES e do Grupo Espírito Santo (GES) querem ouvir o ex-presidente executivo do banco, Ricardo Salgado, a 3 de dezembro, revelou à agência Lusa fonte parlamentar.

De acordo com a proposta em cima da mesa, Salgado deverá ser ouvido a 3 de dezembro às 16:00, se o ex-presidente do BES estiver disponível para ir ao parlamento nessa data.

Já o ex-administrador do BES e presidente do BESI José Maria Ricciardi deverá ser ouvido no dia seguinte, 04 de dezembro, também às 16:00.

 

OJE/Lusa

Recomendadas

5 de outubro: Montenegro acusa Governo de degradar ambiente político com casos

Luís Montenegro falava aos jornalistas no final da cerimónia oficial das comemorações do 112.º aniversário da implantação da República em Portugal, na qual o Presidente da República falou dos governos que “tendem quase sempre a ver-se como eternos” e das oposições “quase sempre a exasperarem-se pela espera”, afirmando em seguida que “nada é eterno” e que “a democracia é por natureza o domínio da alternativa, própria ou alheia”.

Primeira-ministra dinamarquesa convoca eleições antecipadas para novembro

O Partido Social Liberal, uma das formações que dá maioria ao Governo social-democrata, tinha ameaçado Frederiksen com uma moção de censura se não convocasse eleições, após apresentar em junho um relatório crítico sobre a gestão feita pelo executivo em relação ao abate de milhões de visons, devido a uma mutação do coronavírus.

Itália. Governo Meloni deverá misturar técnicos e fiéis da líder

O próximo Governo de Itália, chefiado por Giorgia Meloni, deverá combinar figuras de renome técnico, em pastas cruciais para as relações com Bruxelas, e fiéis da futura primeira-ministra, segundo analistas ouvidos pela Lusa.