Desaceleração do comércio mundial veio para ficar

O crescimento mundial do comércio será modesto nos próximos anos. As previsões para este ano situam-no em 1%. Para 2016, sugerem uma aceleração, colocando-o acima do crescimento do PIB mundial, mas nos anos seguintes a situação será de queda, até taxas entre os 3% e os 4%. “A etapa de intenso crescimento do comércio global […]


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O crescimento mundial do comércio será modesto nos próximos anos. As previsões para este ano situam-no em 1%. Para 2016, sugerem uma aceleração, colocando-o acima do crescimento do PIB mundial, mas nos anos seguintes a situação será de queda, até taxas entre os 3% e os 4%.

“A etapa de intenso crescimento do comércio global terminou, o que dificultará o crescimento das empresas exportadoras e o risco de crédito das suas vendas”, acentua a seguradora especializada em seguro de crédito Crédito y Caución num relatório, em que sugere que a mudança que se verifica no paradigma do comércio é “permanente e estrutural”.

O mundo está longe, portanto, dos números registados entre 1992 e 2006, lembra o estudo. Nessa quase década e meia, o comércio global alcançou taxas de crescimento próximas dos 7%, que foram interrompidas abruptamente com a crise de 2007.

A recuperação iniciada a partir de 2012 não conseguiu devolver o crescimento dos intercâmbios comerciais a estes níveis: entre 2012 e 2014, o comércio global cresceu em taxas interanuais próximas dos 3%.

A tendência do comércio de crescer frente ao PIB teve origem na revolução tecnológica, que provocou uma redução de custos, a supressão de barreiras ao comércio que incentivou a globalização, a integração da China na economia mundial e as mudanças na cadeia de fornecimento, na procura de melhorias na eficiência e produtividade.

OJE

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