Donald Trump ameaça não deixar a Casa Branca no dia da tomada de posse

Já passaram seis semanas desde a vitória de Joe Biden nas eleições presidenciais norte-americanas, mas Trump ainda não reconheceu a derrota publicamente. Em vez disso, tem insistido na teoria, sem provas, de que a eleição foi fraudulenta.

O ainda presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, parece não ter abandonado o sentimento negacionista face aos resultados das eleições para as presidenciais norte-americanas, vencidas por Joe Biden e confirmadas pelo colégio eleitoral. De acordo com os seus assessores, Trump ameaça agora não deixar a Casa Branca no dia da tomada de posse do presidente eleito dos EUA, segundo a “CNN”.

Já passaram seis semanas desde a confirmação da vitória de Joe Biden nas eleições presidenciais norte-americanas, mas Trump ainda não reconheceu a derrota publicamente. Em vez disso, tem insistido na teoria, sem provas, de que a eleição foi fraudulenta.

Alguns republicanos que não reconheceram a vitória de Biden, como por exemplo o líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, fizeram-no esta semana, depois do colégio eleitoral ter confirmado Joe Biden como novo presidente dos EUA.

A reportagem produzida pela “CNN” cita assessores de Trump que confirmam que o ainda presidente já tinha começado a aceitar em privado a sua derrota no mês passado, mas depois mudou de ideias e voltou a insistir na teoria de fraude nas eleições norte-americanas.

“Ele recebeu tanta desinformação que acho que realmente ainda pensa que a eleição lhe foi roubada”, disse um conselheiro de Trump à “CNN”.

Várias fontes citadas pela “CNN” disseram que Trump deixou claro para a sua equipa que não queria falar sobre se compareceria à cerimónia de tomada de posse de Biden. Pessoas próximas a Trump disseram ao canal norte-americano que achavam altamente improvável que ele fosse.

Recomendadas

Eurovisão: Liverpool acolhe concurso em 2023

Esta será a nona vez que o Reino Unido acolhe o concurso. Londres recebeu o Festival Eurovisão da Canção em 1960, 1963, 1968 e 1977, Edimburgo, em 1972, Brighton, em 1974, Harrogate, em 1982, e Birmingham, em 1998.

ONU prolonga dois anos missão que investiga violações de direitos humanos na Venezuela

No entanto, a medida foi aprovada por 19 países numa votação no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, ao passo que cinco votaram contra (Bolívia, Cuba, China, Eritreia e a própria Venezuela) e 23 se abstiveram. São 47 os países que têm direito de voto neste órgão da ONU.
Comentários