Dono da cerveja Corona deixou milhões a moradores da aldeia onde nasceu

O testamento era explícito: cerca de 199 milhões de euros ficariam para os habitantes de Cerezales del Condado, em Espanha. E assim foi.

O fundador da Corona, Antonino Fernández, tornou todos os habitantes da sua terra natal milionários. A aldeia de Cerezales del Condado, uma pequena povoação espanhola com 80 habitantes, rejubilou de alegria quando soube que o dono da marca de cerveja havia deixado no testamento – nada mais, nada menos – do que dois milhões de euros a cada um.

Não sei o que íamos fazer sem o Antonino”, confessou ao “Daily Mail” o dono de um bar da aldeia onde nasceu Antonino Fernández, em 1917. O bilionário não esqueceu o local onde nasceu e, antes de morrer, deixou bem claro no testamento que cerca de 199 milhões de euros iria para os 80 conterrâneos.

Antonino Fernández viveu na aldeia espanhola até emigrar para o México aos 32 anos, em 1949. No novo país, trabalhou como empregado de armazém do grupo Modelo, ao qual pertence a marca Corona.

O empresário espanhol acabou por se tornar CEO do grupo cuja marca de cerveja é a segunda mais importada nos Estados Unidos da América, com vendas anuais que rondam os 600 milhões de euros.

Antonino Fernández faleceu no passado mês de agosto, aos 99 anos de idade.

 

Recomendadas

Digi e Cellnex celebram acordo para instalação de rede 5G em Portugal

Esta é a primeira informação oficial a surgir depois de a Digi ter investido mais de 67 milhões de euros na compra de licenças 5G no leilão da Anacom.

Mastercard quer oferecer soluções tecnológicas de pagamento que incluam criptomoedas

A Economista Responsável pelos Mercados da Europa, Médio-Oriente e África no Instituto Económico da Mastercard, Natalia Lechmanova, mostrou como os hábitos dos consumidores estão a alterar-se nas economias ocidentais, onde “as pessoas estão a dar cada vez mais prioridade às experiências e menos a “coisas”.

Mobilidade Sustentável: conheça a aposta da Schindler

Com a missão de ser cada vez mais sustentável, a Schindler estabeleceu para o ano de 2030 uma redução de 50% nas emissões de gases com efeito de estufa das suas atividades, com base nos dados de 2020.
Comentários