Doodle: Lucy foi descoberta há 41 anos

O esqueleto de Lucy, uma Australopithecus afarensis, foi descoberto faz esta terça-feira 41 anos. O facto é homenageado pela Google com mais um Doodle.


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O esqueleto de uma Australopithecus afarensis foi descoberto faz esta terça-feira 41 anos. Lucy é o seu nome. O facto é homenageado pela Google com mais um Doodle (o logótipo adaptado pela Google para celebrar determinadas datas).

A 24 de novembro de 1974 o esqueleto, quase completo, deste antepassado do Homo Sapiens sapiens foi descoberto por Donald Johanson e Tom Gray na Etiópia, enquanto ouviam no acampamento, a música “Lucy In The Sky With Diamonds”, dos Beatles. Por ser uma fémea, acabou por receber o nome de Lucy.

[Clique aqui para ver o vídeo]

O Australopithecus afarensis em questão terá cerca de 3,2 milhões de anos e contribuiu para a compreensão da evolução do Homem.

Lucy - Australophitecus afarensis fonte: Wikipédia

O Doodle apresenta a representação da evolução de um ramo de primatas, até chegar ao homem.

Lucy teria cerca de 20 anos quando faleceu e media 1,2 metros. Era bípede, o crânio tinha um volume de cerca de 450 cm3. A título de comparação, os crânios dos chimpazés modernos – que partilham a maioria do ADN do Homem – têm 350 cm3 e os crânios humanos têm uma capacidade de cerca de 1500 cm3.

Durante várias dezenas de anos a Lucy era o antepassado mais antigo do Homem moderno. Em 2009, o paleontólogo Stephanie Melillo descobriu fósseis de ossos de um pé de um hominídeo com cerca de 3,4 milhões de anos.

Mafalda Simões Monteiro/OJE

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