Dos 8 aos 258 milhões de euros: todos os números de uma Liga avaliada em 1,1 mil milhões

Aí está a Liga 2022/23, uma temporada que se inicia com o campeão nacional a partir da terceira posição no campeonato da valorização dos plantéis. Conheça os jogadores mais valiosos e ainda as receitas e despesas dos 18 clubes da Liga portuguesa.

Tem início esta sexta-feira a Liga portuguesa versão 2022/23, um campeonato que se inicia com um valor global de todas as equipas na ordem dos 1,1 mil milhões de euros, de acordo com o site “Transfermarkt”, com os três ‘grandes’ avaliados no seu conjunto em 758,4 milhões de euros, 69% da avaliação de toda a Liga.

Esta é a Liga em que a equipa mais valiosa (o Sporting CP avaliado em 258,7 milhões de euros) e o conjunto com menor valorização (8,10 milhões de euros é a avaliação do Casa Pia AC) estão separados por 250 milhões de euros. Note-se que há um ano, o Sporting CP iniciava a Liga com uma valorização de 236,88 milhões de euros.

Depois, o SL Benfica começa a temporada avaliado em 250,5 milhões com o segundo plantel melhor cotado de acordo com o “Transfermarkt”. Há um ano, as “águias” apresentavam-se com um plantel avaliado em 323,35 milhões de euros, mais 73 milhões de euros do que acontece este ano.

O campeão nacional FC Porto apresenta-se com o terceiro plantel mais valioso da Liga: 249,2 milhões de euros. Há um ano, Sérgio Conceição tinha ao seu dispor um conjunto de jogadores avaliados em 284,5 milhões de euros, uma perda considerável.

Se Casa Pia AC (8,1 milhões) e GD Chaves (8,5 milhões) surgem nesta Liga como os únicos plantéis avaliados abaixo dos 10 milhões de euros, o principal escalão do futebol profissional em Portugal apresenta sete equipas avaliadas entre os 10,7 milhões (Rio Ave FC) e os 18,08 milhões (CD Santa Clara): Portimonense SC (17,4 milhões), FC Vizela (14,73 milhões), CS Marítimo (14,05 milhões), FC Arouca (12,88 milhões) e FC Paços de Ferreira (12,1 milhões).

No campo das avaliações acima dos 20 milhões de euros estão três equipas: Gil Vicente FC (21,75 milhões), GD Estoril Praia (22,15 milhões) e Boavista FC (23,55 milhões de euros). No escalão a seguir, surgem dois conjuntos minhotos: Vitória SC (39,4 milhões) e FC Famalicão (33,5 milhões). O SC Braga é o quarto plantel com a melhor avaliação: 112,73 milhões de euros.

Ainda de acordo com o “Transfermarkt” e na análise aos dez jogadores mais valiosos da Liga, note-se a presença de sete futebolistas portugueses nesta tabela: cinco jogadores do Sporting CP, três do FC Porto e dois do SL Benfica.

Pelos “leões” surgem nesta tabela: Francisco Trincão (20 milhões), Gonçalo Inácio (o defesa central mais valioso da Liga tem uma cotação de 23 milhões), Pedro Porro (lateral mais valioso em Portugal: 25 milhões), Pedro Gonçalves (cotado como o extremo esquerdo com o maior valor de mercado: 30 milhões) e Matheus Nunes (médio centro e futebolista mais valioso a atuar em Portugal: 35 milhões de euros.

Otávio (30 milhões) e Diogo Costa (guarda-redes mais valioso: 25 milhões) são os jogadores do FC Porto no top-10 e Rafa Silva (20 milhões) e Julian Weigl (22 milhões de euros) entram neste “onze” com as cores do SL Benfica.

Nesta Liga portuguesa vão atuar 525 futebolistas, sendo que 315 destes atletas são estrangeiros (60%). O Sporting CP é o único “grande” com mais de 50% de jogadores portugueses no plantel. Além dos “leões” (que têm 17 jogadores portugueses no seu plantel), apenas mais cinco clubes da Liga têm mais de 50% de jogadores portugueses no seu plantel: Vitória Sport Club (51,5%); SC Braga (50%); Rio Ave (52%); Paços Ferreira (51,9%) e Estoril Praia (54,8%).

A pouco menos de um mês do fecho do mercado de transferências, os clubes da Liga portuguesa gastaram até ao momento 142,4 milhões de euros em passes de futebolistas, um valor superior em 40 milhões de euros face à temporada anterior). Quanto a vendas, os clubes da Liga conseguiram amealhar 339,3 milhões de euros, mais 118,8 milhões do que aconteceu na época de 2021/22 e o valor mais elevado em receitas desde a época 2019/20 (520,5 milhões). Para já, o saldo entre despesas e receitas é positivo (196,9 milhões de euros), algo que acontece na Liga portuguesa desde a época 2009/10.

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