PremiumDuarte D’Orey: “Queremos crescer em Angola e Moçambique”

A Orey Antunes vai focar-se na área de transportes e logística. Em Portugal, o desafio passa pela rentabilidade e pela digitalização, explica o presidente da empresa, Duarte D’Orey, ao Jornal Económico.

Quais são as perspetivas de evolução da Sociedade Comercial Orey Antunes para este ano e no próximo?

Para este ano, o grande objetivo é terminar o processo de reestruturação que começou em 2016, executando não só as operações anunciadas como as que ainda faltam para podermos dar por concluído este processo, entrando em 2019 focados apenas em executar o plano de negócio definido para os transportes e logística.

Estou a falar, em concreto, na saída da SCOA dos sectores financeiros e de investimentos alternativos em Portugal e no Brasil. Nesse sentido, para 2019 temos objetivos de crescimento e de rentabilidade. Por um lado, temos a ambição de continuar a crescer na área de transportes e logística, sendo esse crescimento impulsionado maioritariamente pela geografia africana, nomeadamente Angola e Moçambique. Por outro lado, queremos melhorar a rentabilidade das operações atuais, através de um aumento da digitalização do negócio e da redução de custos operacionais, sobretudo no negócio na península Ibérica, onde o ambiente competitivo é cada vez mais exigente. Além disso, podemos também vir a reduzir os custos financeiros na medida em que o perfil de risco da SCOA reduz-se significativamente uma vez executado o plano delineado.

 

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

SAD do Sp. Braga com resultado positivo de 3,1 milhões de euros na época passada

Relativamente ao exercício financeiro que terminou a 30 de junho deste ano, que ainda não refletem a venda do passe futebolístico do defesa central David Carmo (transferência fechada para o FC Porto na ordem dos 20 milhões de euros), a SAD dos bracarenses destaca que este foi um período “pautado por múltiplos constrangimentos associados à pandemia”.

Sonaecom rasga acordo com Isabel dos Santos

“À Sonae passa a ser imputada uma participação na NOS de cerca de 36,8% do capital social e dos direitos de voto nessa sociedade”, detalha a empresa liderada por Cláudia Azevedo.

Toyota Caetano Portugal com lucros de 7,3 milhões no semestre

Em comunicado à CMVM, a Toyota Caetano Portugal diz que os resultados líquidos consolidados ascenderam a 7,3 milhões de euros, o que compara com 11,7 milhões em dezembro de 2021 e com 2,98 milhões em junho de 2021.
Comentários