Mais de duas toneladas de “arroz de plástico” apreendidas na Nigéria

Alimento, de cor e aparência idênticos ao arroz, libertava uma substância tóxica e ficava pegajoso quando cozinhado.

As alfândegas da Nigéria apreenderam 102 sacos de 50 quilogramas de arroz feito com plástico para ser vendido por ocasião das festas do fim do ano, na capital económica do país, Lagos. A apreensão aconteceu depois de uma denúncia anónima.

Os sacos “arroz de plástico”, marcado como o “melhor arroz de tomate” (“best tomato rice”, em inglês), não indicavam a origem, nem a data de empacotamento e foram apreendidos na segunda-feira, no bairro de Ikeja, na cidade com 20 milhões de habitantes, disse na terça-feira um responsável das alfândegas, que pediu o anonimato.

Os serviços alfandegários pensam que os sacos entraram clandestinamente no país, provenientes da China, através do porto de Lagos, numa altura em que a Nigéria proibiu a importação de arroz para estimular a produção local deste alimento de base, acrescentou.

O alimento, de cor e aparência idênticos ao arroz, libertava uma substância tóxica e ficava pegajoso quando cozinhado.

Foram enviadas amostras para laboratórios, a fim de determinar de que é exatamente composto este arroz e o público foi avisado para não consumir este produto misterioso devido ao perigo que poderá representar.

Recomendadas

PCP defende aumento do salário mínimo nacional para 850 euros em janeiro

O secretário-geral do PCP acusou o Governo de querer “retomar todos os caminhos da política de direita, fazer comprimir ainda mais os salários, facilitar a exploração, abrir espaço para os negócios privados na saúde e na educação, condicionando ou justificando as suas opções com as orientações e imposições da União Europeia e do euro”.

Irão: Impacto das sanções dos EUA prejudica cooperação com Portugal

Mortza Damanpak Jami destaca que as relações comerciais podem sair afetadas, mas as culturais têm-se desenvolvido, com “muitas oportunidades e muitos programas ligados à cultura”.

Respostas Rápidas: como deve investir a pensar na reforma?

Com uma estrutura demográfica cada vez mais envelhecida, as dúvidas em torno da sustentabilidade da Segurança Social no médio-prazo reforçam o papel da poupança privada no rendimento dos portugueses em reforma, pelo que importa compreender os vários instrumentos financeiros ao seu dispor.
Comentários