easyJet quer “crescer no aeroporto de Lisboa” e espera clarificação da situação dos slots atribuídos à TAP

A companhia aérea low-cost quer “crescer nas operações no aeroporto de Lisboa”, onde já é a terceira maior, atrás da TAP e da Ryanair. No aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, a easyJet é a segunda.

É uma indicação do diretor-geral da easyJet em Portugal, José Lopes. A companhia aérea low-cost quer “crescer nas operações no aeroporto de Lisboa”, onde já é a terceira maior, atrás da TAP e da Ryanair. No aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, a easyJet é a segunda (atrás da companhia de Michael O’Leary) e lidera em número de passageiros transportados no Funchal.

José Lopes falava precisamente na Madeira, no decorrer da Masterclass “Recuperar o Turismo”, organizada pela easyJet, que decorre no Mercado dos Lavradores, no Funchal.

Este crescimento que a easyJet quer protagonizar no aeroporto de Lisboa dependerá de uma clarificação quanto à situação dos slots atualmente utilizados pela TAP, que ainda espera a aprovação final, em Bruxelas, do plano de reestruturação exigido pela Comissão Europeia em troca de uma ajuda de Estado que pode ascender a 3,75 mil milhões de euros.

José Lopes anunciou ainda que, no ano fiscal iniciado em outubro passado e que vai terminar em setembro de 2022, deverão ser disponibilizados pela companhia aérea oito milhões de lugares na operação em Portugal, dos quais cerca de um milhão nas rotas de e para a Madeira.

Notícia em atualização

 

 

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