EDP Renováveis garante novo contrato de energia nos Estados Unidos

O contrato abrange energia produzida por 180 megawatts de um projeto eólico de 200 MW que deverá entrar em operação em 2025.

A EDP – Energias de Portugal, através da EDP Renováveis, assegurou um novo Contrato de Aquisição de Energia (CAE) de 15 anos para a venda de energia limpa nos Estados Unidos da América, mais precisamente no Indiana.

O contrato abrange energia produzida por 180 megawatts (MW) de um projeto eólico de 200 MW que deverá entrar em operação em 2025 e fará com que o grupo liderado por Miguel Stilwell d’Andrade passe agora a ter onze gigawatts (GW) assegurados de um total de 20 GW previstos até 2025.

“Adicionalmente, esta transação permite à EDP assegurar mais de 50% do objetivo de 8,8 GW de adições de capacidade renovável na América do Norte para 2021-2025”, adianta a empresa, em comunicado publicado esta terça-feira pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

“O sucesso da EDP em assegurar novos CAEs reforça o seu perfil de baixo-risco e estratégia de crescimento baseada no desenvolvimento de projetos competitivos com visibilidade de longo-prazo, promovendo a aceleração da transição energética e a descarbonização da economia”, sublinha a energética, no documento enviado à CMVM.

Na bolsa de Lisboa, as ações da EDP Renováveis fecharam a sessão de hoje com uma subida de 0,82% para 22,07 euros, em linha com o sentimento otimista do PSI.

Recomendadas

Emissão obrigacionista da Sonangol é “bem vinda” para a bolsa angolana

Segundo o responsável do Departamento de Desenvolvimento de Mercado da Bodiva, Nivaldo Matias, a iniciativa da Sonangol ainda não foi dada a conhecer formalmente à instituição, contudo, a decisão da petrolífera é “bem-vinda”.

Novabase suspende programa de recompra de ações

A tecnológica já tinha suspendido o programa em junho, tendo depois voltado a retomá-lo. Segundo informação publicada nessa altura, o programa estava previsto durar até 31 de dezembro de 2023.

Trabalhadores da Autoeuropa rejeitam pré-acordo laboral que previa aumento de 5,2%

Dos mais de cinco mil trabalhadores da fábrica de automóveis da Volkswagen, em Palmela, no distrito de Setúbal, só 3.865 exercerem o direito de voto, 2.007 dos quais votaram contra o pré-acordo e 1.826 a favor. Houve ainda 10 votos nulos e 22 brancos.
Comentários