Efacec diz que implementa soluções tecnológicas que beneficiam 180 famílias

“Serão instalados por parte do Município do Porto sistemas de geração de energia renovável (fotovoltaica) nos telhados de alguns edifícios”, avança a Efacec.

A Efacec diz que implementa soluções tecnológicas que beneficiam 180 famílias e uma escola no Bairro de Agra do Amial, no Porto.

“Tendo como vetor central o setor da energia, a Efacec participa ativamente no projeto Asprela + Sustentável que tem como objetivo criar, de forma disruptiva, a primeira comunidade energética renovável do Porto”, refere a empresa que acrescenta que através do projeto Asprela + Sustentável será criada a primeira Comunidade de Energia Renovável (CER) da cidade do Porto, entre as habitações das mais de 180 famílias do Bairro de Agra do Amial e a Escola Básica da Agra.

“Neste âmbito, serão instalados por parte do município do Porto sistemas de geração de energia renovável (fotovoltaica) nos telhados de alguns edifícios”, avança a Efacec.

O projeto será implementado até dezembro de 2023 na zona da Asprela, em Paranhos, e será um laboratório vivo destinado a mitigar as alterações climáticas com o objetivo de tender para a neutralidade carbónica na cidade do Porto.

“Foi aprovado com a classificação mais elevada dos projetos a concurso, no âmbito do programa ‘Ambiente, Alterações Climáticas e Economia de Baixo Carbono’, promovido pelo EEA Grants”, diz o comunicado.

O projeto está alinhado com a ambição da Efacec em participar ativamente na transição energética e na descarbonização, reforçando o seu propósito – “Criar um futuro mais inteligente, para uma vida melhor” – contribuindo para os objetivos globais de sustentabilidade e boas páticas municipais, refere a empresa.

“A Efacec como parceiro do projeto Asprela + Sustentável, implementará a sua gama Flexergy de sistemas de armazenamento eletroquímico de energia elétrica, especificamente um deles, o Battery Block composto por baterias de segunda vida (provenientes de veículos elétricos) como forma de contribuir para uma economia cada vez mais circular. O conceito de CER será materializado através do denominado Efacec eHub, que para além dos ativos supramencionados inclui um software de gestão de energia dedicado e integrado, contemplando as habitações e a escola como consumidores, os ativos de geração e armazenamento de energia e técnicas de previsão de produção e consumo de energia baseadas em algoritmos de inteligência artificial”, lê-se no comunicado.

“As soluções propostas no âmbito do Asprela + Sustentável gerarão impactos relevantes no espaço urbano selecionado, mas também na cidade e na região”, refere ainda a Efacec.

As medidas a implementar visam “uma gestão eficiente da energia, o aumento da penetração de energia de fontes renováveis, a redução da produção de resíduos maximizando a sua reutilização e reciclagem, tendo como objetivo dar passos concretos para um modelo circular de gestão do sistema alimentar e de fornecimento de dados a decisores políticos através da disponibilização de plataformas dedicadas”.

A empresa detalha que a “Asprela + Sustentável vem complementar os compromissos já assumidos pela cidade do Porto no combate às alterações climáticas, mas também antecipar alguns projetos previstos no Roadmap para a Economia Circular”.

“A Efacec é parceira deste projeto, que conta com a colaboração da Coopérnico – Cooperativa de Desenvolvimento Sustentável”, a coordenação técnica cabe à AdEPorto – Agência de Energia do Porto, em colaboração com o Município do Porto e restantes parceiros, nomeadamente Associação Porto Digital, empresas municipais Porto Ambiente e Águas e Energia do Porto, INEGI, INESC-TEC, VPS, EVIO, a Federação Académica do Porto e International Development Norway”, refere o comunicado.

Recomendadas

CEO da Electronic IDentification: “Estivemos quase a desaparecer duas ou três vezes”

Iván Nabalón, fundador e CEO da Electronic IDentification, conta ao JE como quer aumentar os clientes digitais dos bancos e seguradoras.

Uberização do mercado das entregas deverá continuar a crescer

Empresas que trabalham para o sector da logística e transporte acreditam que a concorrência das plataformas digitais veio para ficar.

Navigator paga dividendo de 0,1406 euros por ação a 7 de junho

A partir do dia 3 de junho (inclusive), as ações serão transacionadas em mercado regulamentado sem conferirem direito ao dividendo, diz a empresa.
Comentários