Eleições na Guiné-Bissau: CPLP otimista em relação a todo o processo

Mais de 760.000 guineenses foram hoje chamados às urnas para escolher o próximo Presidente da Guiné-Bissau entre Domingos Simões Pereira, apoiado pelo Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), e Umaro Sissoco Embaló, apoiado pelo Movimento para a Alternância Democrático (Madem-G15).

O chefe da missão de observação eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Oldemiro Baloi, disse hoje à Lusa estar otimista em relação ao processo de votação para a segunda volta das presidenciais na Guiné-Bissau.

“Era de esperar que esta afluência fosse grande, porque trata-se da decisão final”, afirmou Oldemiro Baloi, que assistiu à abertura das urnas na Escola 22 de Setembro, no centro de Bissau.

Numa curta declaração, o antigo chefe da diplomacia moçambicana salientou também que as “urnas abriram a horas” e que há um “grande entusiasmo” por parte dos eleitores.

“A organização é uma réplica muito boa do que foi a primeira volta e estou otimista em relação a todo o processo”, sublinhou Oldemiro Baloi.

Mais de 760.000 guineenses foram hoje chamados às urnas para escolher o próximo Presidente da Guiné-Bissau entre Domingos Simões Pereira, apoiado pelo Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), e Umaro Sissoco Embaló, apoiado pelo Movimento para a Alternância Democrático (Madem-G15).

As urnas encerram às 17:00 locais (mesma hora em Lisboa).

As eleições de hoje põem fim ao ciclo eleitoral no país, iniciado em 10 de março com a realização de legislativas.

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