Empresas portuguesas admitem utilizar mais carros elétricos nas suas frotas, revela estudo

Entre as principais vantagens para a aquisição deste tipo de veiculos, destacam-se os baixos consumos (52%) e a redução de emissões de carbono (41%), seguido dos benefícios fiscais (32%), a diminuição de custos de combustível (20%) e os reduzidos custos de manutenção (14%).

A representatividade de carros elétricos nas frotas das empresas portuguesas está entre os 1% e 10%, segundo dados do Standvirtual, que conduziu um estudo onde revela as ambições do ecossistema empresarial português (31%) em tornar o renting de veículos elétricos uma opção de futuro.

O estudo do Standvirtual, realizado em parceira com a Marktest, mostra que 40% das empresas portuguesas já têm pelo menos um veículo elétrico na sua frota. Entre as principais vantagens para a aquisição deste tipo de veiculos, destacam-se os baixos consumos (52%) e a redução de emissões de carbono (41%), seguido dos benefícios fiscais (32%), a diminuição de custos de combustível (20%) e os reduzidos custos de manutenção (14%).

Relativamente aos motivos que levam os gestores de frota a considerarem esta mudança, a melhoria da autonomia dos automóveis (30%) é vista como um fator-chave para a intenção de compra de carros elétricos. Seguem-se os menores custos de energia (20%), assim como os benefícios fiscais e necessidade de renovar as frotas (11% em ambos os casos).

“Os consumidores estão cada vez mais exigentes e atentos, o que obriga as empresas a terem uma postura mais consciente e apostarem na transição para veículos elétricos. As suas estratégias alteraram e a mobilidade sustentável tornou-se um dos principais objetivos de gestão de frotas. Nos momentos de defleet e renovação, é expectável que esta opção seja cada vez mais considerada» refere Nuno Castel-branco, diretor-geral do Standvirtual.

Apesar da tendência crescente para a aquisição de carros elétricos, as empresas levantam questões como a incerteza em relação à autonomia das baterias (74%), a falta de infraestruturas (26%), o custo inicial de aquisição (24%) e o tempo de carregamento (21%) como algumas das desvantagens fundamentais associados aos automóveis elétricos para as empresas.

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